Mãe do Ladrão

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Exclusivo na Musicoteca!

Com pitada das guitarras da americana Red Hot Chilli Peppers, vocais de Ray Orbisson, um toque de Rush e muitas outras que variam de estilos, a banda Mãe do Ladrão lança a mais nova música “Vou até chegar” e você ouve primeiro aqui!

Pulsante!

Com característica própria e seis anos na estrada, a single “Vou até chegar” marca a nova fase da banda. “Pegue esse sonho e não olhe pra trás” – ao escutar esse verso, senti uma energia de correr atrás dos objetivos, de vencer na vida! É instigante! Logo me veio à mente o trecho que antecede: “Na fotografia, um pedaço do tempo que eu quero guardar”- ou seja – guardamos os momentos bons em fotografia e seguimos em busca dos sonhos! Não é à toa que o nome da canção é: Vou até chegar!

Desde os tempos de escola, o grupo que é composto por amigos que já se conheciam e estudavam juntos, segue firme no objetivo de escrever músicas sem estilo e, sim, com porções diversas, o que dá a eles uma personalidade única. Assim é a banda Mãe do Ladrão!

Saiba mais:
MySpace Mãe do Ladrão
twitter da @MaeDoLadrao
facebook da Mãe do Ladrão
Youtube da Mãe do Ladrão
Flickr da Mãe do Ladrão

Exclusivo musicoteca – Faixa “Vou Até Chegar” – 2011

1. Vou Até Chegar

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Adicionado: 11/04/2011
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EP Desconstrução – 2009

1. Eu Não Sei
2. Mãe do Ladrão
3. Seu Calor
4. Indiscreto
5. Lambreta
6. Vida Curta
7. Caderninho Floriado

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Adicionado: 11/04/2011
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Shuffle – Perfil Rodrigo Campos

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Rodrigo Campos é naturalmente tímido, seja no palco ou em uma conversa despretensiosa. O cenário muda quando fala de música: sua timidez dá lugar a um brilho nos olhos e ele não contem a fala. “Lucas, tem mais um andar”, ele avisa. No alto do terceiro piso do prédio onde vive, Rodrigo me recebe de shorts, chinelos Havaianas e uma camiseta regata estampada com o São Jorge. “Quer água, café, cerveja, refrigerante”, oferece. A tarde estava chuvosa e aceito o café. Vamos para a cozinha e, enquanto a água esquenta e ele prepara a garrafa térmica, começamos a falar de música. A chuva cai fina e o papo começa acanhado.

Rodrigo não é natural de São Mateus, bairro que fica a 19 quilômetros de distância da Praça da Sé, ponto central da cidade de São Paulo, e que dará nome ao seu CD. Rodrigo nasceu mais longe: em Conchas, cidade no interior paulista. Se mudou para São Mateus, aos 3 anos de idade, quando sua mãe conseguiu um vaga para dar aulas na capital. Hoje, ele vive a 24,9 quilômetros de lá. “Moro no mundo agora, em qualquer lugar”. São Mateus não é um lugar tão longe assim, o primeiro CD de Rodrigo, e único até agora, foi lançado em 2009. Foi justamente no bairro que ele buscou a inspiração para todo o trabalho. A obra é quase como uma terapia. “São Mateus não sai mais de mim. Agora levo para onde vou”.

A música sempre esteve na vida dele. Aliás, durante a entrevista, ele tocou violão, para explicar a importância da melodia e da letra para formar a canção, e o repique de mão, instrumento que ele acha o máximo e batucou para contar a história do pagode. Sua infância foi regada à música. “Eu sempre gostei de ouvir o rádio. Ficava fazendo playlists em fitinhas”. Dos 7 aos 10 anos, Rodrigo ouvia de tudo. “Ainda não sabia distinguir nada, ouvia e gostava”. Lá pelos 10 anos, presenciou uma roda de samba na rua de casa. Não resistiu ao batuque. “No final da roda, a molecada pegava os baldes, os pandeiros de lata de goiabada e ia brincar de fazer samba”. Aprendeu, então, a tocar percussão. Com o tempo, a molecada formou um grupo, mas faltava alguém para tocar o cavaquinho. Rodrigo se ofereceu. “Com doze anos pegava dois ônibus e ficava uma hora e meia no trânsito para aprender os primeiros acordes”, conta. Depois, com o tempo, foi aprendendo a tocar sozinho. Até os 17 anos, bebeu do samba. “Comecei com os pagodes de Cacique de Ramos: Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Almir Guineto e por aí vai.”

Nas duas estantes que decoram a sala do aconchegante apartamento de Rodrigo, livros, CDs e LPs não têm mais lugar para estarem esteticamente organizados. Fica nítido que o cantor de São Mateus ouve de tudo e lê muito. E isso, é claro, influencia seu trabalho. “Sou a favor da canção de todas as maneiras possíveis.” Rodrigo já prepara seu segundo CD solo. Não pode falar ainda sobre o que é, senão descobriríamos toda a essência. Rodrigo gosta do mistério. Até mesmo o primeiro CD tem seus segredos – que ele não conta, obviamente. Mesmo sendo a cara de São Mateus, a obra têm seus truques. São 20 nomes citados, entre eles, sua mãe, seu pai e seu irmão. Rodrigo abre sua vida para o ouvinte, do seu jeito tímido.

Ele já foi balconista de loja, trabalhou em fábrica e até em bingo. Com a música começou dando aulas de cavaquinho na Febem e depois em escolas de músicas. Virou cantor profissional quando conheceu sua primeira namorada, que era atriz. Fazia as trilhas sonoras para as peças dela. Foi nessa época que se afastou de São Mateus pela primeira vez: foi morar na Mooca. Parece que para a música dele chegar onde está hoje, Rodrigo precisou se distanciar de suas raízes para entendê-las. “Compor as músicas, foi o caminho que achei para me desvincular de São Mateus.” Foram cinco anos até o CD se concretizar. Como diz a última frase de São Mateus não é um lugar assim tão longe, “São Mateus, leva à alma o desejo da fé”. E isso fica nítido em Rodrigo: ele tem fé. Tem desejo de fazer as coisas acontecerem, de mudar a música. “Eu falei para ela [uma cantora com quem está trabalhando] que a gente precisa colocar uma guitarra ali, para o negócio ficar legal.”

Ele faz parte de uma nova geração na música. Uma geração que, acima de tudo, mistura todos os sons. Mas São Mateus não é um lugar assim tão longe tem todos os elementos do samba, então é um CD de samba? Não. É o CD do Rodrigo Campos. Tem características do samba, mas é muito mais que isso. Essa nova geração não entra em um estereótipo musical. Não é MPB, não é samba, não pop, não é nada. É apenas música. E de onde vem isso? Ele explica: “até o momento que as pessoas tinham o Chico Buarque e o Caetano como modelo, era muito difícil ser músico. Minha geração quer mudar isso. Até porque, a canção da maneira clássica, não tem mais espaço hoje. A gente não quer passar em branco”. Rodrigo fala entusiasmado. “Essa geração tem referências, mas não queremos copiar ninguém. Somos irreverentes”, continua. Nesse momento, começa a chover forte. “Hoje em dia todo mundo compõe. Todo mundo faz sua própria música.”

Rodrigo já tocou, entre outros nomes, com o Curumim, com a Céu, com a Fabiana Cozza e com a Luisa Maita, com quem divide o apartamento, a  vida e o coração. Por falar em Luisa, foi com ela que gravou o primeiro CD de sua vida, com o grupo Urbanda. São 13 música. A sétima faixa se chama Para onde vão os meninos de São Mateus, a primeira música com a temática que permearia seu primeiro CD solo e que daria os ares do que é seu trabalho hoje. “Até então eu compunha de um jeito mais clássico, foi quando comecei a usar gírias, a dialogar com o rap e com o partido alto”. Ele se considerava um compositor. E só compositor. Então o produtor Beto Villares insistiu para que ele cantasse. Ele aceitou. “Quando comecei a fazer os shows, não tinha preparo psicológico. Os primeiros shows foram ruins.” Para não ter esse problema novamente, agora está ensaiando todas as músicas do novo CD antes de gravá-lo.  E para ajudar, todos os amigos o convidam para cantar quando fazem show. “Estou assumindo, nesse CD, que sou cantor. Eu canto as minhas músicas.” Além do CD solo, Rodrigo está gravando um CD com Rômulo Fróes e Kiko Dinucci.

Rodrigo começa, enfim, a se acostumar com o palco e com o fato de ser cantor. Nesse exato momento da entrevista, com mais de 47 minutos de conversa, ele já está agindo naturalmente. Se sente à vontade. Ri sem medo. Falar de música o deixa muito à vontade. Ficou tão à vontade que cometeu um ato falho: “é a primeira vez que eu me sinto parte do bairro. Aqui em São Mateus, tudo é perto: os ensaios, os shows.” Rodrigo não queria falar São Mateus, ele se referia a Pinheiros, seu novo bairro. Desde que seus pais se aposentaram e voltaram para Conchas, ele quase nunca vai a São Mateus. A entrevista termina em risadas. “Acho que falei tudo. Valeu pelo papo.”

Mais Rodrigo Campos:
facebook do Rodrigo Campos
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São Mateus Não É Um Lugar Assim Tão Longe – 2009

1. Fim da Cidade
2. Os Olhos Dela
3. Brother José
4. Califórina Azul
5. Amor na Vila Sônia
6. Cavaquinho
7. Sem Estrela
8. Salve Fabrício
9. Lúcia
10. Isac
11. Mangue e Fogo
12. Rua Três
13. Que Santo é Esse
14. Para Onde Vão Os Meninos de São Mateus

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Adicionado: 01/04/2011
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Violet

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João Pessoa não é mais a mesma.
Antes, as coisas eram até previsíveis… As manifestações artísticas sofriam para romper o estigma do grande rótulo da cultura nordestina. Não que isso seja ruim, mas, ampliar as cores e os sons traz sempre um novo olhar para o lugar, principalmente quando ele oferece novas criações.

A janela digital quebrou o imenso espelho das mídias de massa e daqui pra frente será difícil enxergar o nordeste vestindo pop, rock, blues e jazz, tudo no mesmo look. Apesar de possuir fortíssima ligação com esses clássicos ritmos globais.

E assim descobrimos mais uma “pop band” arretada. Violet surgiu em 2009 com a proposta de fazer um som com as influencias do blues, jazz e rock. A banda é queridinha dos coolhunters locais e até se apresentou no último festival Grito Rock João Pessoa. O som ainda está em processo de amadurecimento e suas oscilações cadenciais no primeiro EP só enriquecem as possibilidades para o primeiro disco!

Vamos!?

Saiba mais:
MySpace da Violet
twitter da @VioletBand

Violet EP – 2011

1. Lingua Nos Dentes
2. Glitter
3. Obsession
4. Jazz Me Blues
5. Quintessential

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Adicionado: 07/04/2011
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Fino Coletivo

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Eles também na musicoteca!
Ok! Não é novidade que o Fino Coletivo apareça aqui na musicoteca só agora em 2011. Desde 2005, para aqueles que conhecem o nosso espaço das antigas, acompanharam nossos comentários e publicações sobre este projeto, sua origem e seus criadores. Só que agora eles aparecem por aqui com toda “pompa”. O Fino ganhou força e o projeto voou de vez e sem plano de pouso.

Entre tantas rodas de compositores e jovens “boêmios”, a afinidade criativa acabou unindo alagoanos e cariocas numa parceria ‘suingada’ e livre de padrões rítmicos. O eixo dessa mega parceria é a experimentação e intervenção coletiva sobre a construção das músicas. Formado pelos talentos Adriano Siri, Alvinho Cabral, Alvinho Lancellot, Daniel Medeiros, Donatinho e Rodrigo Scofield, o Fino Coletivo apresenta dois magníficos álbuns de grande valor para o registro da nova safra de compositores e suas influencias sob o um novo angulo cultural brasileiro. Uma mistura contemporânea de ritmos e sotaques que unem diferentes referências sonoras. O disco homônimo “Fino Coletivo” de 2007 já apontava as direções musicais que ouvimos hoje. O último disco, “Copacabana” de 2010 veio para consolidar a parceria e homenagear o local de nascimento das idéias.

O Fino Coletivo não é apenas um projeto musical de novos compositores e musicos brasileiros. O Fino Coletivo é um registro do que a pluricultura brasileira e seus diferentes aspectos podem criar quando são colocadas em rota de colisão. Tanto nos discos quanto nos palcos, fica cada vez mais simples entender a nova música brasileira ao experimentar e viver o balanço contagiante causado por essa turma.

Sobe o som!

Saiba mais:
Site do Fino Coletivo | compre os discos
twitter do @FinoColetivo
facebook do Fino Coletivo

Copacabana – 2010

1. Batida de trovão
2. A coisa mais linda do mundo
3. Ai de mim
4. Doce em Madri
5. Fidelidade
6. Bravo mar
7. Minha menina bonita
8. Beijou você
9. Abalando geral
10. Swing de Campo Grande
11. Nhem nhem nhem
12. Se vacilar o jacaré abraça
13. Velho dia
14. Amor meu

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Adicionado: 06/04/2011
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Fino Coletivo – 2007

1. Boa Hora
2. Tarja Preta / Fafá
3. Dragão
4. Na Maior Alegria
5. Partiu Partindo
6. Uirapuru
7. Mão na Luva
8. Uma Raiz, uma Flor
9. Poema de Maria Rosa
10. Hortelã
11. Tempestade
12. Medo da Briga

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Adicionado: 06/04/2011
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