Pablo Sganzerla

Pablo

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Permitir-se ouvir o novo é sempre um gostoso desafio para mim, sendo assim, convido-o para o prazer de fazer o mesmo. Este sentimento da descoberta, na realidade, é o combustível desta plataforma que pesquisa e recebe tantos álbuns fabulosos ao longo dos anos! Uma das maravilhas descobertas  foi o artista Pablo Sganzerla.

O álbum Pó de Nuvem nos Sapatos, que pode ser baixado a partir de hoje por aqui é um álbum humano, onde Pablo canta amor, natureza e intensas sensações. Um susto de boas energias para a “nova” música, que muitas vezes embarca num som de produto, o som pro encomenda.
Tive a sorte de encontrar o Pablo algumas vezes nos últimos meses, e posso afirmar: suas músicas inspiraram o desejo de um mundo melhor em mim, de uma vida mais simples e possível.

Fazer um álbum como este em meio ao agitado mundo concreto de uma cidade como São Paulo requer conhecer-se, abandonar o posto numérico, sair de cena e criar o seu próprio possível. Foi em meio suas viagens pelo mundo que Pablo escrevia o desejo de dias melhores para estar e poder voltar para qualquer lugar: “Minhas viagens têm como intuito conhecer pessoas e lugares, mas principalmente entrar em contato comigo. Nisso, acabo me inspirando mais. A espiritualidade sempre me acompanhou; assim com a natureza, onde gosto de ficar distante da frequência pesada das cidades que vivemos. Era o sonho de um menino que queria conhecer o mundo todo…

O menino de versos simples e verdadeiros que deseja paz ao tudo, teve a música “O Sábio” na Coletânea Álbum em Branco de 2013, gerando curiosidade dos nossos ouvintes sedentos por novas direções sonoras. A música é um mantra contemporâneo: “O sábio vem mostrar, ensina sem nada dizer, onde podemos chegar; O sábio vem mudar, caminha sem se mover, e chega onde quiser”. Um maná no deserto quando tudo pode parecer confuso.

A partir de hoje, os sentimentos de simplicidade, respeito ao próximo e a paz fazem mais parte das nossas vidas colocando como trilha o belo disco Pó de Nuvem nos Sapatos, onde abandonar o “velho homem” em busca de uma essência mais pura é algo quase necessário – “Paz, abençoada traz, sabedoria capaz de equilibrar a tudo” –  para viver bem nos dias de sempre. Hoje este álbum também é seu para compartilhar, viajar, e inspirar-se, assim como feito pelo próprio artista Pablo Sganzerla…

Ficha técnica de Pó de Nuvem nos Sapatos:
Pablo Sganzerla: letras, vozes e guitarra e violão;
Jessé Santo: vocais e arranjo vocal;
Dudinha; baixo, guitarra ritmo e pick, moog e vocais;
Jota Erre: bateria, lixa, pandeirola e cowbell;
Andre Caccia Bava: guitarra intro e wah;
Alvaro (Téo): Caggianno baixo;
Xuxa Levy: hammond solo e piano tremolo;
Andre Lima: clavinet e organ ritmo;
Ude Lottfi: blocks e efeitos;
Alexandre Grooves: queixada;
Dandara Modesto: vocais;
Marcela Maita: vocais;
Will Bone: trombone & arranjo e solos;
Sergio De Almeida Prado: flauta;
Edu Tedeschi: violão tema;
Jr.Gás: guitarra pulse;
Fabio Goes: vocais.

Saiba mais:
Site do Pablo Sganzerla
Facebook do Pablo Sganzerla
SoundCloud do Pablo Sganzerla
twitter do @Pablo_Sganzerla

Pó de Nuvem nos Sapatos – 2013
Pablo
1. Dentro Da Alma
2. O Sábio
3. Inerente
4. Guerreiro de Bem
5. Dignidade
6. Abençoada Paz
7. Invisível
8. A Vontade (no fundo do coração)
9. No Caminho
10. Bonus track (Pele de Pétala)

http://www.amusicoteca.com.br/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/default.png Download: Pablo Sganzerla - Pó de Nuvem nos Sapatos - 2013
Adicionado: 20/05/2014
Baixado: 2722 vezes
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Thales Silva

Thales Silva

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Minimalista das Gerais.
Ultimamente tenho voltado meus ouvidos para minha terra natal, Minas Gerais, na tentativa de resgatar toda a beleza concreta oferecida por esse estado de poesia que permanece inabalável assim como suas montanhas. Tudo que é feito em Minas é forte, é belo e para sempre, como sua natureza, seus sabores, sua arte e principalmente seus soldados poetas.

O que nasce em terras mineiras é para além da categorização regional. O único estado que não precisa de praia, e nem de porto para criar sua arte ou para receber novidades. O estado dos mineiros é espiritual e jantem uma conexão além da modernidade. Nunca ví tecnologia melhor e mais amigável do que se conectar à um Mineiro.

Dentre outras tecnologias artísticas apontadas para as montanhas e trilhos, a juventude da boêmia das casas não deixam a desejar quando o assunto é seguir avante a caravana da história de qualidade e pureza da arte. A atual geração do “uai” está boa demais da conta, obrigado. Dentre todos os talentos já apontados pela história da musicoteca, hoje chega mais um para o “novo clube das redes”, o nome é Thales Silva. Um dos representantes da prestigiada banda “A Fase Rosa”, Thales acaba de compilar suas composições em seu primeiro álbum solo intitulado “Minimalista”, mostrando como é preciso força para sustentar algo simples. A simplicidade das canções de “Minimalista” é a grande chave que abre as portas para a sua passagem na música. A complexibilidade mora nas referencias poéticas e melodias modernas que mesclam texturas e clássicos ritmos para o corpo dançar, nos “causos”, nas paixões e nas viagens da alma. Uma junção aparentemente simples, mas que estabelece sua dificuldade na concepção, resultando uma síntese coerente e com absoluta unidade. É gostoso procurar referências ao viajar por Minimalista, assim como viajei no disco do meu amigo e artista Victor Magalhães, também responsável pela indicação e necessidade deste post.

Eu gostei e muito de tudo que ouvi e ví. A arte gráfica, as fotos, e até o atendimento feito pelo próprio Thales me encantaram. Infelizmente não cheguei primeiro nesta referente obra. O magnífico blog mineiro – lógico – Meio Desligado já lançou, com exclusividade, e acertou em cheio ao revelar esse trabalho. Mas, não me contive em roubartilhar tamanha beleza mineira para que você, nosso leitor, também prove um pouco na receita mineira e sua contemporaneidade.

Para além dos sotaques, dos bares e das casinhas mineiras… as canções de Thales Silva.

Saiba mais:
Facebook do Thales Silva
SoundCloud do Thales Silva

Ficha técnica de “Minimalista”
Thales Silva (voz, guitarra e violão)
Fernando “Feijão” Sá (bateria)
Rodrigo Magalhães (contrabaixo)
Thiago Corrêa (voz em Coisa linda)
Henrique Matheus ( guitarra em O Grande Espelho)

Produção: Thales Silva
Co-produção: Rodrigo Magalhães, Thiago Corrêa e Henrique Matheus
Mixagem: Henrique Matheus
Projeto gráfico: Rafael Quick
Fotos: Vicente França

Minimalista – 2014
Minimalista - 2014
1. Saudade
2. Neguinha
3. Amarelo
4. Boniteza
5. Não sabe
6. Conversation
7. O Grande Espelho
8. Coisa linda
9. Menino preto
10. Sara
11. Síndrome de Estocolmo

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Adicionado: 15/05/2014
Baixado: 3653 vezes
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Coletânea musicoteca Betina

Betina-Coletanea

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Hoje, 14 de maio de 2014, a nossa querida menina Betina completa oito anos de idade. Uma taurina superativa e fã numero 001 da música brasileira e que nos enche de esperanças todos os dias cantarolando e escolhendo belas canções que uma nova geração nem sonha que possa existir e já estão por aí para novas ideias e escolhas.

De tanto participar das audições e viver no meio de discos, CDs, prendrives e mp3, Betina já faz suas próprias escolhas e já conhece muito do que poucos adultos estão abertos a conhecer. Eu fico tão feliz em olhar para a Betina e observar um futuro mais amplo, onde a música brasileira realmente se expande, ganha um novo ciclo avante dos nossos belos clássicos já perpetuados. Além da Betina, outras crianças filhas de amigos que já vivem com uma nova música, também repetem essa expansão do tempo, uma geração que talvez nem chegue a viver a lacuna da década dos anos 90 e 2000.

Como presente, ofereci a Betina uma promessa, sua coletânea especial com uma seleção totalmente livre e feita por ela mesma, do gosto dela, considerando o acervo da musicoteca. Ela pirou e passou horas em dilemas e conflitos do que entraria e sairia da limitada lista de oito canções.

Eis que chegou o dia em que ela concluiu suas escolhas e mais uma vez cantarolou suas músicas favoritas, e desta vez, com uma capa com o seu nome, oferecendo dicas do que ela gostaria que as pessoas de todo o mundo pudessem ouvir.

Fiquei surpreso com a loucura de ritmos que ela visiona e escolhe. Observo com muita positividade a pluralidade com que ela aponta seu gosto com uma vasta possibilidade de aceitação dos ritmos desconsiderando todo o embrulho da industria que resume tudo em rótulos. Lindo saber que no instinto livre o seu gosto pode se misturar sem o menor preconceito de roteiro para as canções, prevalecendo a sensibilidade e as emoções dos sons em sua mais pura captura de seu ambiente social.

Estou muito feliz e desejo que além da Bê, muitas outras crianças, jovens e mesmo adultos ampliem e libertem-se o quanto antes dos poderes ditatoriais das culturas instalados na hierarquia intelectual dos grandes veículos disparadores de sucessos não legítimos.

Bê. Você é tudo que eu gostaria de ter sido antes de ser o que eu consegui ser.
Amamos você, Preciosa!

Coletânea musicoteca Betina – 2014
Colet-Betina
1. Acredito em Mágica – (Valentina)
2. Babulina’s trip – (Graveola e O Lixo Polifônico)
3. Outono – (Gisele De Santi)
4. Tan Tan – (Leo Fressato)
5. Dizem por aí – (Diogo Poças)
6. For U – (JotaErre lançamento em breve!)
7. Peraí – (Bandavoou)
8. Canção Pra Não Voltar – (A Banda Mais Bonita da Cidade)

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Adicionado: 15/05/2014
Baixado: 2098 vezes
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Coluna Lexotom Apresenta: “Vás”, o novo álbum de Marina Wisnik

Marina Wisnik

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“Que tu vás
ele, ela e eu
por todo o caminho
que perpassa o começo

Vás,
som de vento que invade
o voo e passa
fluxo de ar que rasga
som e coisa
que se move”

Para compositora e cantora, “se chama Vás porque ele está ligado à ideia de fluxo, de movimento, e o próprio som da palavra traz um pouco isso. Além de tratar dessa questão dos caminhos, trabalha também com a questão da virtualidade em algumas músicas.”

Assim se apresenta o segundo registro poético-musical de Marina Wisnik, produzido por Alexandre Fontanetti (co-produtor de “Bossa´n Roll” de Rita Lee), com assídua participação de Marcelo Jeneci, que produziu seu primeiro álbum, em 2012.

A cantora e compositora une o brio de sua musicalidade às suas letras, fruto de percepções da vida, sejam elas cotidianas ou dentro de seu caráter metafísico.

“Quando ouvi as composições de Marina, percebendo sua poética e suas construções melódicas, logo me ofereci para participar daquilo que ela estava fazendo. Como compositora Marina é singular, tem personalidade forte, inteligência e uma poética própria. Ela trabalha com um espelhamento e imagens invertidas, além de melodias sinceras. Me orgulho de trabalhar com ela”, afirma Marcelo Jeneci, que participa do disco.

O disco perpassa diferentes gêneros em sua totalidade. Em “Fenix”, “Gaivotas” e “Elevado” um jogo sensível se estabelece entre a voz de Marina e o piano de Jeneci, revelando uma linha tênue entre delicadeza e urgência. Em “Rota Natural” presencia-se um folk encorpado sob os violões de Fontanetti e vocais de Jeneci.

Em “Buraco lá em cima”, canção para alto volume, o tímido violão folk ao maior estilo Tom Waitts ganha espaço enquanto, em outros momentos do disco, o rock se faz presente, com bateria e guitarras em “Planos projetados”, “Quem poderá” e “Mais Real”.

Seja nos momentos descritos acima, no canto rasgado em “Simulacro” ou com guitarras em estilo árabe em “Passo que se volta”, o disco passa por diferentes caminhos, mantendo uma atmosfera própria, espacial e atemporal.

Sobre o Disco – por Marina Wisnik
“Vas é uma mistura de músicas antigas que eu tinha com outras bem recentes. Ele não é um disco de músicas de amor, como o outro. Eu o fiz num contexto diferente. Esses últimos anos em que entramos com cada vez mais intensidade na virtualização das relações me tocou bastante. Nosso mundo está passando por uma transformação intensa e surge a necessidade de expressar as sensações que decorrem dessas transformações. Esse disco fala bastante também sobre fim e recomeço.

Transmutações tanto no sentido da vida quanto no processo criativo. O poder de transmutar da vida e da arte. A palavra Vás está deslocada na música “Para o nada”. O certo pela gramática seria ‘vades’ ou ‘ides’. Mas a poesia é o lugar onde a gente é livre, pode recriar a gramática, relacionando sentido e forma. Vás é o voo, o rasgo, a rota, o fluxo. É ar, som e coisa em movimento.

Sobre a questão dos arranjos, queria um disco em que as músicas aparecessem mais nuas do que o outro. Que elas pudessem se mostrar mais, chamando a atenção para as letras e melodias puras. Queria também que tivessem algumas músicas só com o piano do Jeneci. Eu gosto muito dele tocando, só o piano dele. E outras com guitarra – que não tinha no meu primeiro disco. A formação é de poucas pessoas. Fontanetti toca guitarra, violão, Moog taurus e alguns vocais. Adriano Busko toca bateria e percussão. Jeneci toca piano, hammond, autoharp, sintetizadores e faz vocais. Eu canto.

Optei por não ter participações no meu disco. Não chamar outros músicos para cantarem comigo, porque acho que isso está muito presente atualmente, de maneira um pouco exagerada. A única pessoa que canta comigo uma letra é um amigo meu que é artista plástico, o Marcelo Poletto, na musica “Buraco lá em cima”. A música é parceria nossa, por isso eu o chamei. O disco é um depoimento meu, pessoal.”

A arte nos permite reconhecer a poesia que há no meio das mensagens, sejam elas de ordem pessoal ou social, traduzindo o cotidiano cheio de armadilhas em que o artista vive e observa. Marina Wisnik nos mostra o caminho neste disco. Um disco delicado, poético, profundamente realista e que musicalmente passa por diversos gêneros sem deixar de ser original.

Se aqui você baixa com exclusividade, no Teatro Sesc Consolação, em São Paulo, neste próximo dia 13 (terça-feira) de maio, você confere ao vivo, com participação de Marcelo Jeneci, toda a nossa angústia cotidiana, cantada pela voz doce de Marina. Basta clicar aqui para saber mais sobre este show.

O lançamento marca ainda a produção de um clipe, da música “Gaivotas”, com direção de Bruna Lessa, (diretora de “Lembranças de Maura”, curta vencedor de diversos prêmios em festivais nacionais e internacionais) e dançado por Morena Nascimento, bailarina brasileira ex-integrante – por anos – da companhia de Pina Bausch.

Ficha técnica:
Produzido por Alexandre Fontanetti;
Gravado por Alexandre Fontanetti e Bruno Fiacadori, no estúdio Space Blues, de setembro de 2013 a fevereiro de 2014;
Gravações  de piano por  Carlos Akamine no estúdio Cachuera;
Mixado por Alexandre Fontanetti, no estúdio Space Blues;
Masterizado por Carlos Freitas, no estúdio Classic Master;
Fotografia: Danilo Rosa Carneiro
Projeto gráfico e identidade visual: João Livra

Saiba Mais:
Site da Marina Wisnik (Baixe o disco livre também)
Facebook da Marina Wisnik
twitter da @MarinaWisnik
Instagram da @MarinaWisnik
Canal da Marina Wisnik no Youtube

Vás – 2014
Vás - 2014
1. Fênix – (Música e Letra: Marina Wisnik)
2. Rota Natural – (Música: Marina Wisnik e Alexandre Fontanetti / Letra: Marina Wisnik)
3. Planos Projetados – (Música: Marina Wisnik e Eric Rahal / Letra: Marina Wisnik)
4. Buraco lá em cima – (Música: Marina Wisnik e Marcelo Poletto / Letra: Marina Wisnik)
5. Quem poderá – (Música e Letra: Marina Wisnik)
6. Para o Nada – (Música: Marina Wisnik e Daniela Vidal/ Letra: Marina Wisnik)
7. Mais Real – (Música: Marina Wisnik)
8. Elevado – (Música: Marina Wisnik/ Letra: Marina Wisnik e João Livra)
9. Simulacro – (Música: Marina Wisnik e Fabio Katz/ Letra: Marina Wisnik)
10. Serpente – (Música: Marina Wisnik)
11. Passo que se Volta – (Música: Marina Wisnik e Sergio Reze/ Letra: Marina Wisnik)
12. Gaivotas – (Música: Marina Wisnik)

http://www.amusicoteca.com.br/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/default.png Download: Marina Wisnik - Vás - 2014
Adicionado: 07/05/2014
Baixado: 5161 vezes
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Na Rua Agora – 2012

1. Na Rua Agora
2. Deitada Em Si
3. Jardim de Inverno
4. Sei Lá
5. Mar Te Achar
6. Miragem
7. Manhã de Manhã
8. Fim da Estrada
9. Veneno
10. Dezesseis
11. Primeiro Céu

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Adicionado: 16/03/2012
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