Coluna Lexotom Apresenta: “Vás”, o novo álbum de Marina Wisnik

Marina Wisnik

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“Que tu vás
ele, ela e eu
por todo o caminho
que perpassa o começo

Vás,
som de vento que invade
o voo e passa
fluxo de ar que rasga
som e coisa
que se move”

Para compositora e cantora, “se chama Vás porque ele está ligado à ideia de fluxo, de movimento, e o próprio som da palavra traz um pouco isso. Além de tratar dessa questão dos caminhos, trabalha também com a questão da virtualidade em algumas músicas.”

Assim se apresenta o segundo registro poético-musical de Marina Wisnik, produzido por Alexandre Fontanetti (co-produtor de “Bossa´n Roll” de Rita Lee), com assídua participação de Marcelo Jeneci, que produziu seu primeiro álbum, em 2012.

A cantora e compositora une o brio de sua musicalidade às suas letras, fruto de percepções da vida, sejam elas cotidianas ou dentro de seu caráter metafísico.

“Quando ouvi as composições de Marina, percebendo sua poética e suas construções melódicas, logo me ofereci para participar daquilo que ela estava fazendo. Como compositora Marina é singular, tem personalidade forte, inteligência e uma poética própria. Ela trabalha com um espelhamento e imagens invertidas, além de melodias sinceras. Me orgulho de trabalhar com ela”, afirma Marcelo Jeneci, que participa do disco.

O disco perpassa diferentes gêneros em sua totalidade. Em “Fenix”, “Gaivotas” e “Elevado” um jogo sensível se estabelece entre a voz de Marina e o piano de Jeneci, revelando uma linha tênue entre delicadeza e urgência. Em “Rota Natural” presencia-se um folk encorpado sob os violões de Fontanetti e vocais de Jeneci.

Em “Buraco lá em cima”, canção para alto volume, o tímido violão folk ao maior estilo Tom Waitts ganha espaço enquanto, em outros momentos do disco, o rock se faz presente, com bateria e guitarras em “Planos projetados”, “Quem poderá” e “Mais Real”.

Seja nos momentos descritos acima, no canto rasgado em “Simulacro” ou com guitarras em estilo árabe em “Passo que se volta”, o disco passa por diferentes caminhos, mantendo uma atmosfera própria, espacial e atemporal.

Sobre o Disco – por Marina Wisnik
“Vas é uma mistura de músicas antigas que eu tinha com outras bem recentes. Ele não é um disco de músicas de amor, como o outro. Eu o fiz num contexto diferente. Esses últimos anos em que entramos com cada vez mais intensidade na virtualização das relações me tocou bastante. Nosso mundo está passando por uma transformação intensa e surge a necessidade de expressar as sensações que decorrem dessas transformações. Esse disco fala bastante também sobre fim e recomeço.

Transmutações tanto no sentido da vida quanto no processo criativo. O poder de transmutar da vida e da arte. A palavra Vás está deslocada na música “Para o nada”. O certo pela gramática seria ‘vades’ ou ‘ides’. Mas a poesia é o lugar onde a gente é livre, pode recriar a gramática, relacionando sentido e forma. Vás é o voo, o rasgo, a rota, o fluxo. É ar, som e coisa em movimento.

Sobre a questão dos arranjos, queria um disco em que as músicas aparecessem mais nuas do que o outro. Que elas pudessem se mostrar mais, chamando a atenção para as letras e melodias puras. Queria também que tivessem algumas músicas só com o piano do Jeneci. Eu gosto muito dele tocando, só o piano dele. E outras com guitarra – que não tinha no meu primeiro disco. A formação é de poucas pessoas. Fontanetti toca guitarra, violão, Moog taurus e alguns vocais. Adriano Busko toca bateria e percussão. Jeneci toca piano, hammond, autoharp, sintetizadores e faz vocais. Eu canto.

Optei por não ter participações no meu disco. Não chamar outros músicos para cantarem comigo, porque acho que isso está muito presente atualmente, de maneira um pouco exagerada. A única pessoa que canta comigo uma letra é um amigo meu que é artista plástico, o Marcelo Poletto, na musica “Buraco lá em cima”. A música é parceria nossa, por isso eu o chamei. O disco é um depoimento meu, pessoal.”

A arte nos permite reconhecer a poesia que há no meio das mensagens, sejam elas de ordem pessoal ou social, traduzindo o cotidiano cheio de armadilhas em que o artista vive e observa. Marina Wisnik nos mostra o caminho neste disco. Um disco delicado, poético, profundamente realista e que musicalmente passa por diversos gêneros sem deixar de ser original.

Se aqui você baixa com exclusividade, no Teatro Sesc Consolação, em São Paulo, neste próximo dia 13 (terça-feira) de maio, você confere ao vivo, com participação de Marcelo Jeneci, toda a nossa angústia cotidiana, cantada pela voz doce de Marina. Basta clicar aqui para saber mais sobre este show.

O lançamento marca ainda a produção de um clipe, da música “Gaivotas”, com direção de Bruna Lessa, (diretora de “Lembranças de Maura”, curta vencedor de diversos prêmios em festivais nacionais e internacionais) e dançado por Morena Nascimento, bailarina brasileira ex-integrante – por anos – da companhia de Pina Bausch.

Ficha técnica:
Produzido por Alexandre Fontanetti;
Gravado por Alexandre Fontanetti e Bruno Fiacadori, no estúdio Space Blues, de setembro de 2013 a fevereiro de 2014;
Gravações  de piano por  Carlos Akamine no estúdio Cachuera;
Mixado por Alexandre Fontanetti, no estúdio Space Blues;
Masterizado por Carlos Freitas, no estúdio Classic Master;
Fotografia: Danilo Rosa Carneiro
Projeto gráfico e identidade visual: João Livra

Saiba Mais:
Site da Marina Wisnik (Baixe o disco livre também)
Facebook da Marina Wisnik
twitter da @MarinaWisnik
Instagram da @MarinaWisnik
Canal da Marina Wisnik no Youtube

Vás – 2014
Vás - 2014
1. Fênix – (Música e Letra: Marina Wisnik)
2. Rota Natural – (Música: Marina Wisnik e Alexandre Fontanetti / Letra: Marina Wisnik)
3. Planos Projetados – (Música: Marina Wisnik e Eric Rahal / Letra: Marina Wisnik)
4. Buraco lá em cima – (Música: Marina Wisnik e Marcelo Poletto / Letra: Marina Wisnik)
5. Quem poderá – (Música e Letra: Marina Wisnik)
6. Para o Nada – (Música: Marina Wisnik e Daniela Vidal/ Letra: Marina Wisnik)
7. Mais Real – (Música: Marina Wisnik)
8. Elevado – (Música: Marina Wisnik/ Letra: Marina Wisnik e João Livra)
9. Simulacro – (Música: Marina Wisnik e Fabio Katz/ Letra: Marina Wisnik)
10. Serpente – (Música: Marina Wisnik)
11. Passo que se Volta – (Música: Marina Wisnik e Sergio Reze/ Letra: Marina Wisnik)
12. Gaivotas – (Música: Marina Wisnik)

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Adicionado: 07/05/2014
Baixado: 4773 vezes
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Na Rua Agora – 2012

1. Na Rua Agora
2. Deitada Em Si
3. Jardim de Inverno
4. Sei Lá
5. Mar Te Achar
6. Miragem
7. Manhã de Manhã
8. Fim da Estrada
9. Veneno
10. Dezesseis
11. Primeiro Céu

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Adicionado: 16/03/2012
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Igor de Carvalho

Igor de Carvalho

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Recife continua ampliando o seu campo inspiracional.
Em 2012 a musicoteca compilou o primeiro compacto virtual do jovem Igor de Carvalho para um lançamento praticamente requerido pelos próprios leitores. Uma onda de mensagens lotou a minha caixa de e-mail solicitando a presença das músicas de Igor em nosso acervo. Então fui atras do meu amigo e conversamos sobre a compilação de uma obra virtual dentro das composições disponíveis na época. Foi um sucesso de critica e satisfação por parte dos leitores mais “experimentadores” da musicoteca, incluindo eu, seu primeiro fã.

Desde então, Igor veio trabalhando na concepção de sua primeira obra totalmente concebida para um álbum verdadeiramente integrado da atenção até a finalização para este formato de unidade que se abre e fecha dentro de um tempo auditivo, o seu primeiro disco.

Foram quase 2 anos trabalhando para este presente especial intitulado A TV, a Lâmpada e o Opaxorô. Uma pirâmide conectada entre a TV do cotidiano, a Lâmpada das ideias e o Opaxorô da espiritualidade. Três pilares que sustentam um discurso contemporâneo poético e sonoro entre sua relação como ser artista e ser pessoa, um dilema perene para os jovens artistas e suas infinitas conexões. Sua nova obra é um impulso para outras sensações que brotam do rico nordeste brasileiro e avançam sobre outros climas e sotaques. Autêntico e preciso, não há desvio na intenção de Igor… Um belo quadro de colagem de sons e informações da vida moderna no coração de um músico recifense. O segredo para o entendimento de A TV, a Lâmpada e o Opaxorô é a contemplação do universo sugerido pelo criador, viajar por ambiências e suas boas estórias.

Hoje, 4 de maio é o aniversário desse amigo querido, um bacharelado em baixar CD assim como eu, mas o melhor presente não poderia ser outro se não essa bela obra que marca um novo ciclo para ele e também para nossos corações afoitos por boa música. Acompanhar esse processo foi um grande prazer e talvez um dos melhores presentes que conquistei dentro da musicoteca. Lançar um artista e depois vê-lo amadurecendo tão de perto é como ter acesso livre ao seu campo imaginário, acessando as origens de suas ideias e suas exaltações em belos acertos. Baixe, ouça, conheça, espalhe Igor de Carvalho.

Obrigado, querido!
Muita música, música, música e mais música sempre!

Mais Informações:
Facebook do Igor de Carvalho
Twitter do @IgorBcarvalho
SoundCloud do Igor de Carvalho

A TV, a Lâmpada e o Opaxorô – 2014
A TV, a Lâmpada e o Opaxorô
1. Porta
2. Não Sei Você
3. Samba Que Não Fiz Pra Rosa
4. Seja
5. Em Furto
6. Samba de Todas as Crenças
7. Só eu, só
8. Para o Frio
9. Rainha de Aiocá
10. Responde!
11. Desculpe Qualquer Coisa
12. Seguindo Em Frente

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Adicionado: 04/05/2014
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Igor de Carvalho EP – 2011

01. Saldo Negativo
02. Samba de Todas as Crenças
03. Só Eu, Só
04. Em Furto
05. Responde
06. Não Sei Você

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Adicionado: 05/08/2011
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Coluna Lexotom Apresenta: The Baggios

The Baggios

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Lá onde o sol teima em se sentar nos lombos de transeuntes, em São Cristovão, região metropolitana de Aracaju, Sergipe, é que está a encruzilhada brasileira. Triste como nas fazendas de algodão dos EUA, o rock’n blues venenoso do The Baggios, por lá se encontra com o Tinhoso (ele que não nos leia) e despeja distorções de guitarra e pratadas de batera, afim de firmar, seja lá qual for o pacto. Estamos aqui é para falar de impacto.
Na promoção de seu último álbum, Sina, no site oficial, a banda (de dois) nos recebe com um texto de autoria de sua própria autoria: “A vida é um nó cego, não desata por força da insistência. Somos todos reféns da própria SINA.” Essa sina, é uma peleja. O desafio de cantar o rock em português, não é para qualquer um. Fazer rock’n roll com apenas dois integrantes, não é só coisa de White Stripes, Black Keys e nem dos plásticos Daft Punk, isso também é coisa para cabra da peste.
O Duo Sergipano que iniciou suas atividades em 2004 é formado por Julio Andrade (guitarra e voz) e Gabriel Carvalho (bateria). Os garotos embebidos das águas da música negra misturam ritmos que vão do blues primitivo ao puro rock, e suas letras enraizadas com as questões de sua época e de sua gente, falam diretamente ao ouvinte. O sotaque rasgado molda o grito de Julio, que além de tudo se comporta como um grande rocker.

Com três EPs e dois álbuns lançados, a banda é o tesouro rock que nos faltava e que há algum tempo, por aqui lamentávamos. Ainda é difícil entender porque o duo ainda faz aberturas de shows para bandas inexpressivas no cenário atual como Paralamas do Sucesso, O Rappa e Marcelo D2. Talvez seja a hora de invadirem um grande festival e mostrar que fora do eixo pseudo-conceitual da música, entregue o mercado das grandes produções, se ouve e se faz o autêntico classic rock, oriundo do blues, setentista, barulhento e libertador.
Tiveram três clipes veiculados nos canais VH1, MTV, Multishow, e concorreram ao Prêmio Dynamite na categoria “Melhor Álbum de Rock”. Confira um dos clipes disponíveis na página oficial da banda:

Prêmios The Baggios:
- Indicação ao Prêmio Dynamite (2012) – Melhor Disco de Rock de 2011
- Festival Nacional da ARPUB (2011) – Melhor Música com Letra
- Prêmio Aperipê de Música (2010) – Melhor Música e Melhor Interprete
- Prêmio Prata da Casa (2007) – Melhor Letra, Melhor Guitarrista e Melhor Performance.
A lista de festivais que o The Baggios já participou é grande – Virada Cultural de São Paulo, Festival Timbre (MG), Festival Alambique do Som (MG), Mostra de Música BNB (CE e PB), Feira Música Fortaleza (CE), Festival Contato (SP), Festival FUMU (SP), Jambolada (MG), Do Sol (RN), Festival Mundo (JP), Coquetel Molotov (PE), Big Bands (BA), Encontro da Nova Consciência (PB), Bienal da UNE (RJ),Música Para Todos Ouvidos (BA), Feira Noize (BA), Perro Loco (GO), Projeto Verão (SE), Rock Sertão (SE), Festival de Artes de São Cristóvão (SE), Encontro Cultural de Laranjeiras (SE), Nada Pode Parar O Roque (SE) – e me deixa na esperança de que o rock está infiltrado em todos eles e poucos de nós sabemos.

Discografia The Baggios:
- The Baggios Demo(2007);
- Hard Times (2009);
- O Azar me Consome (single 2010);
- The Baggios (2011);
- Acústico Aperipê (2012);
- Sina (2013).

Saiba mais:
Site fodástico do The Baggios
Facebook do The Baggios
twitter do @TheBaggios
Instagram do @TheBaggios
SoundCloud do The Baggios

Sina – 2013
Sina - 2013
1. Afro
2. Blues do Aperreio
3. Sem Condição
4. Salomé Me Disse
5. Sina
6. Esturra Leão
7. Vagabundo Arrependido
8. Um Rock Para Zorrão
9. De Malas Prontas
10. Domingo
11. Tardes Amenas
12. Descalço

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Adicionado: 01/05/2014
Baixado: 1677 vezes
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Mini-Prosa musicoteca “Suave” com Bernardo Bravo e Fredy Kowertz

Mini-Prosa-Suave

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Imaginem uma praia. Quase deserta. Uma faixa de areia com tantos quilômetros, cujo fim mal pode ser avistado. O mesmo se diz sobre o mar. Azul e igualmente infinito aos olhos. Um pequeno paraíso acolhido pelo calor do Sol e acalantado pela luz da Lua. À noite, parece que as estrelas surgem no céu como se estivéssemos navegando pelas possibilidades e fronteiras de um universo que nos abraça e, ao mesmo tempo, nos devora. Um lugar onde nossos corações emanam uma energia vital que movimenta tudo o que nos cerca.

Suave

Música e arte na beira do mar. Música para os ouvidos apurados daqueles que a apreciam verdadeiramente. Arte para os olhos abertos às sutilezas e para as almas inquietas em busca de significados e referências. E o mar? Ah, uma cenografia perfeita para o que estamos prestes a presenciar. Estamos falando do Festival Suave, que ocorrerá na parte sul da Ilha Comprida (SP) nos dias 9 a 11 de maio. Uma proposta diferente e inovadora, idealizada pelos queridos Bernardo Bravo e Fredy Kowertz. “Arte – Yoga – Massagem – Oficinas – Bicicleta – Cafuné – Amor”. É o que se lê no cartaz de divulgação do Festival Suave. Parece ótimo e aconchegante, não? Pois digo, é muito mais!

Assim, com muita gratidão e totalmente mergulhada nesse ideal, fui à Curitiba com a nobre missão de prosear com os dois e trazer para vocês, leitores da musicoteca, a essência da concepção do Festival.
Leiam! Compartilhem! Sonhem!
E nosso próximo encontro será na praia!

Saiba mais:
Site do Festival Suave
Compra de Passaportes do Festival Suave
Facebook do Festival Suave
twitter do @Festival_Suave
Instagram do @FestivalSuave

Coletânea Suave musicoteca – 2014
Suave musicoteca - 2014
1. Selvage – Curumin
2. Estilista – Du Gomide
3. De janeiro a janeiro – Leo Fressato
4. Trago – Música de Ruiz
5. Solitária – A Banda Mais Bonita da Cidade
6. Umbrais – Tromobone de Frutas
7. Obá Iná – Metá Metá

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Adicionado: 12/04/2014
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