Coletânea da Produça por Estrela Ruiz Leminski

Coletanea-Produca-Estrela

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(Texto de Estrela Ruiz Leminski)

Coletânea da Produça – Sobre canção e auto-produção.
Essa é a coletânea que eu sempre quis fazer aqui na musicoteca.

Para um artista que já expressa as suas questões e transforma em uma mistura de estribilho, melodia e riffs, como não falar das questões inerentes de sua profissão?

As canções escolhidas passeiam sobre questões como o cantar, sobre a canção o papel do artista, lei de incentivo, sobre dizer a que veio. Enfim, essas coisas que pensamos. Poderia ter aqui também “um dia útil” (Maurício Pereira), Jabaculê (Dona Zica/ Mathilda Kovak), “O retrato do artista quando pede” (Kiko Dinucci) e até “Quirera” parceria com o muso aí da foto.

Vários gêneros musicais presentes, vários compositore/auto-produtores, numa seleção de três anos da musicoteca e ainda com preocupação de pensar em várias regiões do país. Mas quem faz é assim mesmo, tem a gaúcha que mora em sampa, o mineiro que mora no Rio e o carioca que mora em Curitiba.

Uma coletânea pra ouvir escrevendo aquele edital, pra pensar naquele cenário, pra pensar no próximo trabalho, pra colocar o TCC nas normas da ABNT.

Capa e ilustração por Estrela Ruiz Leminski;
Modelo: Téo Ruiz
Foto: Web Mota

Saiba mais sobre a Estrela Ruiz Leminski:
Site do Música de Ruiz
Facebook do Música de Ruiz
Youtube do Música de Ruiz
twitter da Estrela @RuizLeminski

Coletânea da Produça por Estrela Ruiz Leminski – 2014
Capa-Coletanea-Produca
1. Arteiro – (Felixbravo)
2. E eu – (Gisele de Santi)
3. O Hermeto e o Gullar – (Validuaté e Lirinha)
4. Estrela Decadente – (Thiago Pethit)
5. Cada Voz – (Juliana Perdigão)
6. Toda Surdez Sera Castigada – (Ylana)
7. Que Nem a Gente – (Caê Rolfsen)
8. As Silabas – A Letra – (Kristoff Silva)
9. Canções velhas para embrulhar peixes – (Peri Pane)
10. Dig Dom – (Rhaissa Bittar)
11. Homem que virou música – (Aláfia)
12. Porquê da Voz – (César Lacerda)
13. Ciranda do Incentivo – (Nana Rizinni)
14. Por Um Punhado De Palavras – (Lurdez Da Luz)
15. Tô – (Matheus Von Krüger)

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Adicionado: 08/08/2014
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TucA

TucA

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Cineasta, músico, videodesigner, filmmaker, paraibano, cearense, mineiro e multiplo.
Dellani Lima, conhecido artisticamente como TucA, é o meu mais novo ponto de reflexão sobre a multiplicidade da música e, principalmente, da qualidade e propriedade em poder misturar quase tudo sem se perder no seu próprio universo. São tantas vontades e possibilidades disponíveis dentro da oferta e procura da música hoje, que a “reflexão” começou a perder seu posto de direção para a “estética sonora” em grande parte das obras, causando um estranheza de ideais e dando margem a apenas um panorama estético no novo. Um sintoma disso são os tapas na linguagem, postura e até aparência dos novos artistas nas redes sociais, e ficamos eternamente olhando uma bela cortina de ansiedade e surpresas que até chegam belas, mas sem verdade. Mas há as exceções, claro!

Depois de anos e anos atuando simultaneamente entre produção de vários projetos pessoais e também de parceiros e algumas instituições sobre arte (vale conferir a infinita lista de trabalhos e projetos artísticos com ação ativa do TucA em seu blog), ele acaba de nos apresentar o seu mais novo álbum autoral: “Psiconauta”. Uma produção totalmente independente, com concepção e produção própria moldado em seu próprio estúdio em sua casa em Belo Horizonte. Depois de ouvir o disco por dias e dias entre casas, caronas e cidades diferentes, resolvi tirar um tempo para prosear um pouco com o TucA para descobrir de onde veio tão bela energia causada neste álbum. Ele disse: “Queria um disco urbano, mas que tivesse algo de espiritualidade ou de busca… o pensamento de transgressão e transcendência nas métricas e nos timbres característicos da música urbana (disco, punk, rock) mas com melodias mais melancólicas… ou mesmo densas…nesse projeto a musicalidade híbrida, poesia inspirada nos poetas e compositores malditos brasileiros… tenho  muita influencia de Paulo Leminski, Cacaso, Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, entre outros.”. Fiquei emocionado, pois não havia lido nada sobre a obra ainda, e a resposta é bem parecida com as minhas buscas memoriais. Além das referencias apontadas, ressalto a beleza que é perceber as mudanças de campo e o surgimento de novos elementos e timbres que vão aparecendo no decorrer da execução do disco completo e em sua ordem estabelecida. Uma ótima experiência de contemplação para aqueles que gostam de ouvir da forma que o artista quer que você experimente. Ouvir o álbum foi bom, foi saudável e energético. Sem contar a delicadeza da voz da Ana Mo que acompanha TucA colocando céu e ar em sua estrada de experimentações.

“Psiconauta” é espiritual, urbano e catalizador de timbres latinos em sua mais respeitosa harmonia. Um balde de política e poética para a caretice patrulhadora que não consegue desestrurar nada sem ter que vestir uma boa roupa, postar uma foto ou andar com figuras populares. TucA é uma espécie de gurú que conseguiu filtrar muito do que tenho recebido em forma de música. Depois de algumas experiências espirituais e ritualísticas, o artista trouxe mais emoções e sensações para sua concepção sonora. Música para pensar, sentir ou mesmo para dançar. Acho que acertei quando respondi o seu e-mail, e coloquei o seu disco para tocar. Na verdade, para me tocar!

Todas as músicas são de sua autoria, exceto “Eu Sempre Serie Aquele Cara” de Jonnata Doll e os Garotos Solventes e “Reduçao de Danos – Ministério da Saúde” de Grilowsky e Paulo do Amparo.

Ficha técnica de “Psiconauta”:
Vocais: Ana Mo & TucA
Guitarra: Porquinho
Guitarra e teclados: Lacerda Jr
Baixo: Alex Pix
Conceito, programação, pesquisa, e produção musical: TucA.

Saiba mais:
Blog do TucA
TucA no Facebook
SoundCloud do TucA
Youtube do TucA

Psiconauta – 2014
Psiconauta
1. Círculos No Escuro
2. O Muro
3. Jardim Das Delícias
4. A Grande Onda
5. Eu Sempre Serei Aquele Cara
6. Sonhos Lúcidos
7. Começo Da Primavera
8. Navegador Da Alma
9. Esboços De Uma Vida
10. Atrás Da Estação
11. Ruína das Ervas Daninhas
12. Comedor de Lótus
13. Tempestade de Inverno
14. Dançarina
15. Sonâmbulos
16. Redução De Danos – Ministério da Saúde
17. Alegoria Do Triunfo De Vênus

http://www.amusicoteca.com.br/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/default.png Download: TucA - Psiconauta - 2014
Adicionado: 29/07/2014
Baixado: 2410 vezes
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Livia Lakomy

Livia-Lakomy

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Há dias recebi o disco da curitibana Livia Lakomy e desde então estou a pensar sobre o abuso das tecnologias e das colagens banais de sons para reconstruir novidades, muitas delas – até bem feitas – sustentado-se por uma filosofia notável na união de sua série de poesias coerentes que completam seus álbuns, outras apenas para cair para do lado “indie”, apenas. Uma negação e incompreensão do que é a música “pop” e do que ele representou durante muitos anos.

Ouvindo o novo “Subtropical” de Livia foi como se eu voltasse às origens de muito do que ouço hoje, e em seu paralelo verdadeiro, descobrir como a nova cena curitibana que já se escrevia naquela época, estava se escrevendo e eu vivendo no interior de Minas Gerais ainda sem internet, talvez. A jovem têm composições gravadas pela Banda Mais Bonita da Cidade, Bernardo Bravo e outros, e acaba de lançar o seu primeiro trabalho com composições de sua juventude e suas primeiras “crônicas”, delicadamente mescladas com as referências sublimes de uma onda musical dos anos 2000, quando ainda tinha a sua primeira banda “Lívia e Os Piás de Prédio”. Uma síntese “pop” da juventude curitibana que já aquecia os corações de artistas e público que hoje consomem e vivem mais conectados aos contemporâneos artistas da região que acabaram ganhando o mundo.

Embora a artista tenha conquistado fãs com suas composições em português, o seu primeiro álbum é o “ponto de avesso” – como disse Estrela Ruiz Leminsk – de seu universo aparentemente “previsível”, ela traz a universalização do inglês na música e canta o seu lugar para o mundo. Um disco de histórias que partem de sua existência, desde a escolha da Estrela Ruiz que assina o seu release, das fotografias de Daniela Carvalho, de sua produção musical com o André Prodóssimo, a arte e design de Fabiano Vianna, e cada um de sua banda que entrou no estúdio, cada um com suas histórias. São cinco belas canções que resgatam a estética pop com muita responsabilidade. Responsabilidade em inspirar-se no conceito das referências da época totalmente descolada do rótulo, e, ao mesmo tempo imprime história, arte e personagens de uma vida real que parte do ponto de vista de suas autorias. Lívia é jornalista e atualmente mora em Nova York, onde segue pela estrada acadêmica do jornalismo e literatura, super elogiada por suas crônicas e multipartes da arte, a jovem é querida por todos aqueles que fazem música em Curitiba, e também por pessoas de fora dela, o que é o meu caso.

É complicado falar de uma pessoa tão genial, agradável e inteligente como essa, mas hoje resolvi. Lívia Lakomy é uma espécie de “Pessoa Cultural Pública”, toda vez que a encontro é como se me deparasse com a personificação de um acervo público de informações sobre todos os gêneros, e principalmente da arte, mesmo estando pouco tempo juntos, foi tudo isso que eu senti. O seu “Subtropical” é um disco para se ouvir, entender e rever as ideias, se desprender dos apontamentos de quem acha que dita tendências, e isso vale para a musicoteca também, é preciso conhecer quem faz. O rumo de suas sonoridades é um atalho para as possibilidades que podemos ter, mas não sabemos usar. Um “pop” feito para dançar, balançar os pés, o pescoço, e reviver sensações que estão se perdendo no estigma da “pop music”… E foi onde ela me levou, e eu gostei. “Subtropical” é orgânico, gravado inteiramente com instrumentos “todos tocados por pessoas” apresentando energias vivas que trafegam entre criadora e sua poesia. Chega de pop, chega de indie, chega de mapas! Não há porque se deixar guiar quando o tesouro está dentro de ti!

Obrigado, Livia!

Ficha técnica de “Subtropical”
Gravado em Curitiba no estúdio Villa Sonora, 2013
Produzido por André Prodóssimo e Lívia Lakomy
Arte e design por Fabiano Vianna
Fotos por Daniela Carvalho

Lívia Lakomy – voz
André Prodóssimo – violões, guitarras, viola caipira, ukulele e baixo elétrico
Flávio Lira – baixo acústico
Ary Giordani – acordeom
André Rass – percussão
Edivaldo Chiquini – trompa
Letra e música por Lívia Lakomy

Saiba mais:
Site da Livia Lakomy
Facebook da Livia Lakomy

Subtropical – 2014
Subtropical
1. Answer
2. Samall Talk
3. Double Dare
4. Make You Happy
5. What Now, Joseph

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Adicionado: 18/07/2014
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A “antroPOPhagia” de Beatriz Azevedo

Beatriz-Azevedo-Antropophagia

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A antropofagia é um termo ancestral em sua literal tradução, o ato de comer ou canabalizar partes de corpos de figuras de talento para absolver um tanto de suas habilidades e força em rituais mágicos. Essa prática traz variações em tempos, culturas e climas, cada ceita, aldeia ou filosofia adaptaram suas variações para obterem as mesmas intenções. Com a evolução das leis e das culturas humanas a prática da “antropofagia” foi banida das culturas legislativas de todo o planeta, mas ganhou sua, talvez, maior significação de conceito para sua real e possível evolução na era moderna. Antropofagiar a criação, o consumo das informações e das energias de entidades sagradas da arte e filosofia.

Hoje, a antropofagia é mais usada para traduzir o canabalismo das invenções ou reinvenções, principalmente no campo da arte. A percepção das sensações do corpo em ato de inspiração pode ser um ato de antropofagia, assim como usar as estruturas humanas como parte da criação ou da obra final, como no Teatro, na Dança e nas artes plásticas. Assim também se faz com a junção de outros artistas ou obras que se entrelaçam em momentos ou ideias aproximadas. E talvez seja uma das grandes fontes disponíveis no tempo atual, uma montanha de materia prima e experiências acumuladas para o uso das próximas ações humanas apontadas pelos novos artistas e pensadores. Mas, ”antropofagiar” não deve ser para qualquer um.

Trazendo para um novo século de avanços que ganha a tecnologia como plataforma central de difusão de informações, é preciso adaptar a interpretação da nova forma de “antropofagiar” o novo, o intangível, ampliar o toque à percepção das sensações, transcender ao que é sentido. Para encontrar esse fio que permanece extenso pelos tempos, o novo termo “antroPOPhagia” traduz bem e democraticamente a transformação das nossas atuais projeções de ideias e intenções artísticas, e para falar um pouco mais dessa amplidão eu observo a obra do novo disco da Beatriz Azevedo, que apresenta muito bem a usabilidade do conceito dentro da atual música brasileira.

Beatriz é poeta, atriz, compositora e cantora. Mestre em literatura pela USP e doutoranda em Artes de Cena pela UNICAMP, a artista traz em seu quarto álbum “antroPOPhagia” uma junção respeitosa de ritmos e poesia que se instalam harmoniosamente com a contemporâneo sem perder as bases ancestrais da origem da cultura sonora brasileira, uma síntese particular e suas experiências entre os campos da arte, de onde ela veio. Depois das obras “Bum bum”, “Alegria” e “Mapa-mundi”, seu novo disco delira para um diferente coerente. Depois de ter suas composições gravadas por Adriana Calcanhotto, Celso Sim, Tom Zé, Vinicius Cantuária, Ze Celso e Martinez Correa, Beatriz evoca seu universo de provocações em um ritual de palco majestoso e extensível. Na democratização da linguagem, ela reuni poesias sentimentais gastas mundo atual e sons de terra, para as vibrações de energias que à faz criar e encontrar os universos para cada uma de suas composições. Do lado “pop responsável” toda a qualidade técnica executada por talentos da nossa música. Gravado ao vivo no “LincoIn Center” em Nova York, seu atual registro contou com a viagem brilhante da banda “Bárbaros Tecnizados”, um acerto digno de seu compromisso com a qualidade e entrega da obra. “antroPOPhagia” é um apontamento para a multiplicidade da unidade artística – ao meu ver – que mostra a possibilidade de aplicar as igualdades energéticas de forma diferente, mas que se encontram no final da estória fechando de forma clara o que se pode entender de seu título. Um disco autoral, de música brasileira, com uma outra banda, aplicações de cores e corpo, projeções de figuras da arte e pscodelia, tudo em uma experiência de audição bem diferente do show, mas que harmonizam na delicadeza. Eu tive o prazer de acompanhar o processo de finalização do disco e participar da concepção gráfica do encarte a convite da própria artista juntamente com o selo Biscoito Fino e SESC. Foi um grande prazer. Embora suspeito, é verdadeiro o meu sentimento de generosidade nas minhas palavras para traduzir atualmente o que enxergo nesse disco. Não costumo aprofundar nas revelações totais das obras que me tocam, até porque, acho um charme as descobertas de detalhes de cada passo de sua concepção ser descoberto por seus amantes no entendimento de sua identificação causando a pesquisa ativa sobre o artista. E fica o meu entusiasmo para aqueles que se sentirem tocados pelo disco: pesquisem.

No mundo de obrigações inovadoras da arte, acho que, as vezes, inserimos muitas informações para explicar o simples, quase que renegando o que nasce das cores, da poesia e dos graves colocados nas faixas mais tocantes. Por isso eu me encontrei em “antroPOPhagia”: um universo de delicadeza e qualidade para nos entregar reflexões complexas de como é ancestral e vibrante viver com o simples, aceitar as delicadezas em tempos onde a dureza se transformou em sinônimo apenas de força. Fico feliz que a Beatriz tenha vindo nesse encontro com a musicoteca, para deixar que permeemos um pouco em seu universo antropofágico e participar de alguma forma dessa obra. Uma conexão que não se dá pela música apenas, e sim pela intenção de cada um dos lados, e o da musicoteca é acessar as pessoas que o que nos toca. Sendo assim, toda intersecção por este viés é sempre rico.

O disco será lançado em São Paulo, nos dias 17 e 18 de julho, às 21h no teatro do SESC POMPEIA em São Paulo com participações especiais de Zélia Duncan, Gustavo Galo, Bocato, Jaques Morelenbaum e direção musical nobre de Cristóvão Bastos que também assina a produção musical do disco, além de sua super banda que dispensa elogios: Angelo Ursini (clarinete, sai, flautas e escaleta), Matheus Von Kruger (guitarra e vocal), Rodrigo Villa (contrabaixo e vocal) e Maurício Chiari (bateria, spd e vocal).

Para aproveitar um pouco de “antroPOPhagia” a musicoteca disponibiliza com exclusividade duas faixas do álbum para que você ouça e prove um pouquinho do que estará nos palcos do Brasil daqui para frente.

FICHA TÉCNICA DO DISCO:
Direção Musical de Cristóvão Bastos
Participação Especial de Vinicius Cantuária
Concepção e Direção Artística: Beatriz Azevedo

MÚSICOS:
ANGELO URSINI [clarinete, flautas, sax, escaleta]
BEATRIZ AZEVEDO [voz e violão]
CRISTÓVÃO BASTOS [piano e wurlitzer]
LEANDRO VASQUES [contrabaixo e vocais]
MATHEUS VON KRUGER [guitarra e vocais]
MAURICIO CHIARI [bateria]
NANA CARNEIRO DA CUNHA [violoncelo e vocais]
VINICIUS CANTUÁRIA [percussão e vocal]

Saiba mais:
Site da Beatriz Azevedo
Facebook da Beatriz Azevedo
Instagram da @BeatrizAzeved
Youtube da Beatriz Azevedo
twitter da @BeatrizAzevedo
SoundCloud da Beatriz Azevedo
iTunes da Beatriz Azevedo
Beatriz Azevedo na Biscoito Fino

Singles – Erro de Português e Insensatez – 2014
AntroPOPhagia - 2014
1. Erro de Português (Ao Vivo em Nova York)
2. Insensatez (Ao Vivo em Nova York)

http://www.amusicoteca.com.br/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/default.png Download: Singles – Erro de Português e Insensatez – 2014
Adicionado: 15/07/2014
Baixado: 2129 vezes
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