jan 19


Olha só quem está de volta? É… É ele mesmo, Orlandivo cantor, compositor e percussionista, um dos mestres do samba que começou sua carreira láaa nos anos 50 e sucesso do Sambalanço. Do nada ele está de volta com o “Sambaflex”, uma obra digna do samba raiz, samba de roda, tem até o samba com as chavinhas do mestre, coisa fina, samba requintado mesmo, renovado, mas sem perder a autenticidade. “Sente o balanço que o chaveiro lhe dá” isso é a alma do samba, do Brasil. Alguém ai sabe explicar? Finíssimo! E viva o Orlandivo! Vivaaaaaaaaa!

Sambaflex – 2006

01. Sambaflex
02. Eu Vendo Um Samba
03. Palladium
04. Boogie Woogie Na Favela
05. Eh, Meu Samba
06. Samba Toff / Sambadinho
07. Chavinha / Bolinha De Sabo
08. Mundos E Fundos
09. Paralelo
10. Doralice / Rosa Morena
11. Tamanco No Samba (Samba Blim)
12. O Ganso / Na Roda Do Samba / Zum Zum Zum
13. Tudo Jia
14. V Bat P T

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jul 06


Apelidada carinhosamente de O.I., a Orquestra Imperial é bastante peculiar. Reúne 18 músicos fixos e vários agregados de peso. Apesar do envolvimento de gente experiente, caso de Nelson Jacobina, parceiro de Jorge Mautner, predominam na formação os representantes de gerações mais novas, como Moreno Veloso, Rodrigo Amarante e Pedro Sá, identificados com a nata da produção pop contemporânea. Em quatro anos de existência, eles já receberam no palco diversos convidados ilustres (o que acabou virando uma marca). De Erasmo Carlos a Caetano Veloso, passando por Lobão e Zeca Pagodinho. Perderam o crooner Seu Jorge no meio do caminho, mas mantiveram-se fiéis à proposta de recuperar gemas do cancioneiro popular, reservando espaço para composições inéditas dos componentes e algumas “bizarrias”. Em qual outra festa seria possível ouvir, na mesma noite, Beija-me, célebre na voz de Elza Soares, Dr. Sabe Tudo, da revelação Rubinho Jacobina, e Owner of a Lonely Heart, do progressivo Yes, em versão sambalanço? A platéia, formada por patricinhas da zona sul carioca, pesquisadores de MPB e neo-hippies dança tudo com grande empolgação. E, pelo menos parte dela, sai com a idéia de ir a sebos ou de revirar a discoteca dos avós em busca das músicas executadas.

Se por um lado a O.I. retoma elementos comuns às antecessoras, que vão da preocupação com os trajes dos integrantes ao repertório vasto — uma apresentação dura no mínimo três horas, com duas entradas —, por outro demonstra irreverência incomum em formações do tipo. Não há maestro, o naipe de metais é reduzido, o número de cantores é alto, e o rock dá as caras em arranjos e no espírito dos músicos. [revista Bravo!]

Carnaval Só Ano Que Vem – 2007

1. O Mar e o Ar
2. Não Foi em Vão
3. Ereção
4. Jardim de Alah
5. Rue de Mes Souvenirs
6. Yarusha Djaruba
7. Era Bom
8. Salamaleque
9. Ela Rebola
10. De um Amor em Paz
11. Supermercado do Amo

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EP – 2007

1. Me Deixa em Paz
2. Obsessão
3. Popcorn
4. Sem Compromisso

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mar 09


Gente nova fazendo samba, ainda bem que tem. Pedro Miranda é um sambista muito conhecido no meio, apresenta-se em casas tradicionais do gênero no país, também já se uniu à Tereza Cristina e o Grupo Semente fazendo trabalhos memoráveis. Hoje, Pedro trabalha o seu disco solo “Coisa Com coisa” com o melhor do samba com direito a marchinha e tudo. Tá esperando o que para ouvir?

Coisa Com Coisa – 2006

1. Amor sem Proconceito
2. Chula Cortada
3. Coisa com Coisa
4. Caixa Econômica
5. O Samba é Meu Dom
6. Dona Joaninha
7. Doze Anos
8. Ciúme sem Razão
9. Nada de Rock Rock
10. O Sapo no Saco
11. Cumplicidade
12. Vírgula

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mar 01


(Post Atualizado)

Cantor e compositor, dono de uma voz privilegiada, de timbre incomum, Pedro Morais é uma das grandes promessas da música brasileira. Músico desde os sete anos e ganhador de diversos festivais, lançou em 2005 seu primeiro CD. Pedro se destaca na cena da MPB de Minas Gerais com um repertório próprio composto de canções densas e cativantes, resultando em mais de 100 apresentações anuais por todo o Estado.

Natural de Belo Horizonte (MG), Pedro Morais, mudou-se aos 2 anos de idade para a cidade de Minas Novas, no Vale do Jequitinhonha. Aos sete anos, começou a executar seus primeiros acordes ao violão, incentivado pelos pais. Pouco tempo depois, já familiarizado com um segundo instrumento, o bandolim, passou a freqüentar rodas de chorinho e samba-canção, se tornando o mais novo bandolinista do Vale do Jequitinhonha. Nessa época, começou a acompanhar seus pais, Vânia Morais e Dalton Magalhães, em festivais regionais, se habituando aos palcos. Aos 14, retomou o interesse maior pelo violão e passou a fazer apresentações solo. Posteriormente, já em Belo Horizonte, Pedro integrou uma banda de MPB e Rock, o que veio a contribuir para seu amadurecimento artístico-musical.

Em 1999, Pedro Morais fatura o prêmio de melhor intérprete do16.º Festival da Canção de Turmalina – Festur – com uma música de sua própria autoria. Em 2003 gravar seu primeiro demo. Neste mesmo ano, se apresentou no projeto “Na hora do rush” e foi o vencedor do 22° Festival de Música do Vale do Jequitinhonha (FESTIVALE).

No ano seguinte, participou como convidado do projeto “Viva a praça – cantores do BDMG cultural” e foi um dos vencedores do Conexão Telemig Celular 2004 – Novos Talentos na Música Mineira, participando do CD do projeto com as músicas “Minha Loucura” e “Muito Mais”. Esta última, com a participação especial de Marina Machado.

Em 2005 Pedro grava o seu primeiro CD, homônimo, produzido “a quatro mãos” pelo baiano Luiz Brasil e o mineiro Flávio Henrique. O CD, com 12 faixas, 11 autorais e uma gravação à capela de “O Mestre Sala dos Mares”, de João Bosco e Aldir Blanc, contando com a participação de grandes instrumentistas brasileiros como Alberto Continentino (Baixo), Egler Bruno (Guitarras) Lincon Cheib(Bateria), Luiz Brasil (Violões), Paulo Calazans (Teclado), Ricardo Fiúza (Piano e Teclado) e a participação internacional do sueco Stephan Kurmann (Baixo Acústico), dentre outros. [release]

Pedro Morais – 2005

1. De Cada Lado
2. Terra Blue
3. Gente do Ocidente
4. E Acabou!
5. E o Que For já é
6. No Ciclo
7. Pedro Vai…
8. Cada Vez Mais Perto
9. Quase Não
10. Tantas Notícias
11. Minha Loucura
12. O Mestre Sala dos Mares

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fev 23


Carioca, Ana Silveira Martins é filha dos compositores Nelson Ângelo e Joyce. Por já ter nascido no meio musical, começou cedo a cantar em coros infantis ao lado de figuras como Egberto Gismonti, Milton Nascimento, Roberto Carlos, Cazuza e outros. Também participou de discos de Joyce, como por exemplo na faixa “Clareana”, composta para ela e sua irmã Clara, também cantora. Mais tarde participou como vocalista de jingles comerciais e dublagem de filmes infantis, e fez backing vocals em shows de Joyce, Nelson Ângelo, Clara Moreno e Thereza Tinoco. Seu primeiro disco solo, “Futuros Amantes”, saiu em 2000 pelo selo japonês Rip Curl Records. [biografia]

Samba Sincopado – 2005


1. Recado
2. Maria Joana
3. Quatro Crioulos
4. Coisa do Mundo, Minha Nêga
5. Amei Tanto
6. Fez Bobagem
7. Maria
8. Nêga Dina/ Diz que Fui por Aí
9. Homenagem ao Malandro
10. Pranto de Poeta
11. Madalena Foi Pro Mar
12. Lamento do Morro/ Anoiteceu
13. Morena dos Olhos D´ Água

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