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Phillip Long e sua terceira obra.

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Ele não sabe. Mas, desde o lançamento de Caiçara, seu segundo álbum, eu tenho o observado de longe, na minha. Phillip Long continua em ritmo acelerado de criação. E isso me assusta! Sempre achei que artistas “devessem” respirar entre uma obra e outra. Mas ele, quando me contatou avisando sobre o terceiro álbum, intitulado Dancing With Fire, foi logo falando: “É minha obra-prima, Sílvia…”

Como disse, o observo de longe e comecei uma pesquisa musical minunciosa em cima de sua obra-prima por quase dois meses. A cada música que me chegava, eu deitava meus ouvidos em cima e ia atrás das inspirações do Phill, procurando referências suas em redes socias, o que ele andava escutando.

Dancing With Fire é conceitual. Em Caiçara, o artista precisou usar palavras mais duras para dizer o que sentia, exorcizar seus demônios. Não me parece muito diferente agora, embora outro tecido dê cara à sua música. O Folk, que até então é sua base musical, já tem como regra estas características melancólicas, mas Phill foi além: Desenterrou paixões esquecidas e amaldiçoadas, brigou com Deus buscando respostas para a humanidade e “vomitou pra cima”: ”O que aconteceu conosco?”. A diferença maior desta obra comparada às anteriores (a meu ver) é a marcação guiada pelo violão de nylon, além de músicas que o traz para um lado mais intimista, o instrumental, deixando o álbum com uma “finesse” mais clássica.

Eduardo Kusdra, que produz os seus trabalhos assina duas composições: A Prelude For My Disgrace e A Requiem For My Joy. O álbum começa com dancing With Fire (Enterlude), onde Phillip nos convida a ouvi-lo, dançar com o fogo e terminar com Dancing With Fire (Exitlude), momento de reflexão, agradecimento e que nos deixa com uma sensação de “um pouco de quero mais”, como se faltasse algo. Não me assustaria se daqui há alguns meses ele me ligasse contando que tem uma espécie de continuação guardada, em sua manga. A cantora e amiga Maria Eliza dueta com Phill em duas faixas, além de participação efetiva em todo álbum. Paixão mesmo foi pela capa do disco, assinada por João Wolf. Pura e simples arte. Um laranja chagalliano, retratando pessoas dançando no fogo.

We Were Giants foi composta para o filme de Daila Pacheco, Nós Parecíamos Gigantes, com um resultado final que surpreendeu até mesmo o criador. Decidiu, incluí-la então, ao álbum. Fiel às sua inspirações, como Bob Dylan, Led Zeppelin e Belchior; registro aqui, por puro achismo meu, sua proximidade cada vez maior com Belchior. Constumo dizer que este site é feito por pessoas que escrevem sua impressões pessoais, então…

Phillip Long não me surpreende mais, mas eu posso surpreendê-lo! Como mencionei, foram dois meses de pesquisa musical. Colhi algumas pérolas suas para minha vida. E quero devolvê-las agora. Pérolas que foram lançadas em redes sociais nos últimos dois meses e que as guardei comigo, até esta postagem. Surpreendo-o, devolvendo-as aos leitores da musicoteca… O que eu achei de melhor, de mais puro. Criador e criação: Phillip Long e seu Dancing With Fire!

“Na música eu tenho a minha redenção”

“Eu preciso dos fantasmas para ter o que dizer”

“Eu aprendi muito com as pessoas mais desjustadas do planeta”

“Pouco se aprende enquanto há tempo”

“Patriotismo é uma arma perigosa”

“Você será feiliz quando agir corretamente e depois será triste, por agir também corretamente (essa mexeu comigo…)”

Conheça mais sobre o trabalho de Phillip Long:
My Space de Phillip Long
Página de Phillip Long no Facebook
twitter de @Phillip_Long

Dancing With Fire (A Folk Opera) – 2012

1. Dancing With Fire (Prologue)
2. We Were Giants
3. Woman Of Venus
4. In God’s Name
5. A Prelude For My Disgrace (Interlude)
6. Damn She’s Got My Mind
7. So Old To Fall In Love
8. I Can’t Wait Until Tomorrow
9. It’s Hard When It Aches
10. A Requiem For My Joy (Interlude #2)
11. Forsaken By Love
12. Sometimes
13. Except My Love
14. Dancing With Fire (Finale)

http://www.amusicoteca.com.br/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/default.png Download: Phillip Long - Dancing With Fire (A Folk Opera) - 2012 (99.09MB)
Adicionado: 16/05/2012
Baixado: 504 vezes
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Caiçara – 2012

1. Lion Heard
2. Nobody’s Happy
3. How Deep Does It Go
4. Sometimes You Win, Somentime You Lose
5. Green House
6. When The Thunder Hits The Ground
7. Caiçara
8. Love’s Gonna Kill Us
9. The Girl Who Lives In India
10. Whe You Come Back Home
11. E Nunca Foi Nosso (Um breve texto para Erison Beinotti por Lô Ferreira)

http://www.amusicoteca.com.br/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/default.png Download: Phillip Long - Caiçara - 2012 (141.64MB)
Adicionado: 14/03/2012
Baixado: 2936 vezes
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Man on a Tightrope – 2011

1. Don’t be Silly
2. Nothing Happens
3. Man On a Tightrope
4. Love is Sacred
5. So You Don’t Think
6. J’ai Besoin D’entendre
7. Sugar
8. My Captain
9. Lady of The Cabaret
10. Letícia

http://www.amusicoteca.com.br/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/default.png Download: Phillip Long - Man on a Tightrope - 2011 (49.98MB)
Adicionado: 27/06/2011
Baixado: 2869 vezes
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Cleiton Rolo

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O rock setentista é nosso, outra vez, e de outra forma.

Mais um restaurador do clássico rock brasileiro, este com espátulas de psicodelia e predominância dos vocais para humanizar o gênero precursor dos metais e difusor da música eletrônica. O rock, que trouxe as guitarras e os amplificadores para a arte da música, e que se espalhou universalmente nos anos 60, se esbarrou como tradição da música orgânica brasileira e sua adaptação em terras tupiniquins ganhou mais vozes que solos instrumentais na década de 70. Uma geração de Rauls, Tropicálias e Mutantes criaram um novo gênero para o rock na época. Poucos sabem, mas, o mundo ouvia o rock brasileiro naquela época.

Como todos os rótulos, um dia eles cansam a vista, caem no estigma dos gêneros e se apagam como as gerações que se limitam a estilos e filosofias radicais. Depois de 40 anos e uma tentativa “progressiva” nos anos 80 e 90, o rock brasileiro nunca mais se reinventou. Hoje, as raízes se transformaram em referências para esta nova geração. Não é uma busca pelo velho, e sim um resgate do original, da matéria-prima mais brasileira que é o seu próprio rock.

Cleiton Rolo é um jovem interiorano da cidade de Lençóis Paulista. Designer, poeta e músico apaixonado por rock, ele usa e abusa dos vocais com arranjos psicodélicos e orquestrações melancólicas para dar identidade ao seu rock retro. O EP Cia. Dos Ásperos Tristes está mesmo divino, um compromisso com a simplicidade e honestidade no estilo. Ainda dentro da turma dos restauradores do rock retro, a produção do álbum contou com nada mais, nada menos, que a participação direta do nosso superamigo e talentoso multiartista, Rafael Castro, conterrâneo de Rolo. Prestígio e qualidade num grande disco de 4 excelentes faixas.

É rock!

Mais informações:
Site do Cleiton Rolo (Baixe o disco livre também)
Facebook do Cleiton Rolo
twitter do @CleitonRolo

A Cia. dos Ásperos Tristes – 2011

01. A Cia. dos Ásperos Tristes
02. Bem Aqui
03. Love Fits Like a Glove
04. Eu Quero Rotular Você

http://www.amusicoteca.com.br/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/default.png Download: A Cia. dos Ásperos Tristes – 2011 (22.09MB)
Adicionado: 09/11/2011
Baixado: 557 vezes
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Juliana Perdigão

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“Transbordar da boca.”
É parafraseando que entendemos a arte de Juliana Perdigão. A música da mulher que não pediu licença para chegar. Sua qualidade, dedicação e respeito com a nova geração musical praticamente lhe encomendaram tão bela obra.

A musicoteca não tem compromisso com o currículo do artista, embora Juliana ofereça referências suficientes para justificar por todas as áreas o seu envolvimento com a música, mas este é um trabalho para os outros sites. Queremos falar do impacto de sua arte e de como ela representa uma nova vertente artística, a dos músicos que constroem e dão corpo a suas próprias criações, se desprendendo e muito das linhas perceptivas dos críticos. Juliana é amante dos instrumentos de sopro, os quais guiam seu primeiro álbum com delicadeza e generosa. Tamanha estranheza (dizendo a crítica) da sua proposta foi capaz de reunir grandes parcerias neste trabalho. Autenticando seu potencial: André Abujamra, Nailor Proveta, Rômulo Fróes, Benjamim Taubkin e Carlos Careqa, todos dividiram o estúdio com essa querida.

É mais comum interpretes cantores. Mas Juliana inverte o processo e evidencia seu potencial de músico interprete, dando mais que voz as canções, entregando-as com corpo, quase materializando composições de artistas ainda/quase desconhecidos. Na seleta de compositores deste disco você pode (re)encontrar: Tulipa Ruiz, Pablo Castro, Gustavo Ruiz, Luiz Gabriel Lopes, Thiakov, Maurício Ribeiro, Zefere, Renato Negrão, Cristiano Vianna, Pedro Portela, Nuno Ramos, Brisa Marques, Vitor Santana e João Pires.

Uma boa forma de experimentar o Álbum Desconhecido de Juliana Perdigão é compreender que a nova música brasileira passa por uma linda fase de experimentação ao desconhecido, criando um imenso espaço para novas invenções e sensações que podem de fato representar com originalidade uma nova e produtiva geração.

Saiba Mais:
Site da Juliana Perdigão (Baixe o disco livre também!)
Facebook da Juliana Perdigão

Álbum Desconhecido – 2012

1. Perdigonze
2. Cada Voz
3. Fio Desencapado
4. Casa Grande
5. Arrepio
6. Miroir
7. Recomeçaria
8. Vendaval
9. Céu Vermelho
10. Gangorra
11. Cidade Baixa
12. Que Bom
13. Hortelã

http://www.amusicoteca.com.br/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/default.png Download: Juliana Perdigão - Álbum Desconhecido - 2012 (53.16MB)
Adicionado: 10/05/2012
Baixado: 641 vezes
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Arthur Nogueira

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Compositor e interprete. O inevitável encontro da música.

Arthur Nogueira é a síntese dos novos cantores brasileiros.
Embora as técnicas vocais ainda sejam fundamentais na construção de uma obra musical, é cada vez mais inevitável o encontro criativo do interprete com o seu lado compositor.

De Belém do Pará, Arthur oferece aos ouvidos mais do que simples canções. O linear e equilibrado paralelo apresentado entre a voz e a música é o eixo central unindo a sensibilidade e a qualidade em seu primeiro álbum “Mundano”.

Conheça mais sobre os trabalhos de Arthur Nogueira
MySpace de Arthur Nogueira
Blog de Arthur Nogueira
Twitter de @ArthurNogueira

Mundano+  – 2010

01. Quase-Música (Acácio Canto e Arthur Nogueira)*
02. Mais (Arthur Nogueira e Dand M)
03. Ascendente Em Câncer (Filipe Catto e Fernando Calegari)
04. Sobre o Mundo (Arthur Nogueira e Dand M)
05. Mundano (Vital Lima)
*texto incidental de José Miguel Wisnik

http://www.amusicoteca.com.br/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/default.png Download: Arthur Nogueira - Mundano+ - 2010 (27.21MB)
Adicionado: 27/12/2010
Baixado: 647 vezes
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Mundano – 2009

01. Mal Secreto (Jards Macalé e Waly Salomão)
02. Deixa (Arthur Nogueira e Leandro Dias)
03. Sei Lá (Felipe Cordeiro)
04. Lá (Arthur Nogueira)
05. $ Cara (Marina Lima e Antonio Cicero)
06. Carbono (Arthur Nogueira e Maria Lidia)
07. Convite (Vital Lima e Arthur Nogueira)
08. 03h05 (Vital Lima e Arthur Nogueira)
09. Pretexto (Arthur Nogueira e Marcelo Ribeiro)
10. Gratuito (Renato Torres e Arthur Nogueira)
11. Sem Nome (Arthur Nogueira e Marcelo Ribeiro)

http://www.amusicoteca.com.br/wp-content/plugins/downloads-manager/img/icons/default.png Download: Arthur Nogueira - Mundano - 2009 (32.66MB)
Adicionado: 05/07/2010
Baixado: 999 vezes
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