O novo clipe do Rafael Castro: Pra Vender Mais, Agradar Mais, Se Falar Mais

Rafael-Castro

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E não me venham com esse papo de censura, de polêmica e esse blá blá blá do patrulhamento das cadeiras conectadas. Em sua nova trilogia, Rafael brinca com esse mercado das ideias prontas e do acumulo de referências que não param de serem raladas diariamente em nosso campo de absorção musical, principalmente. A potencialização e o uso exagerado dos clichês na produção fonográfica está tão banalizada que as extravagâncias passam a incomodar nossas memórias mais puritanas.

Acho válido a maximização dos nossos mínimos íntimos. Vejo como uma espécie de exposição do nosso cansaço de ideias já sacadas e que são altamente expressadas de uma forma quase didática e visual nesse novo clipe. O desapego do ridículo que assusta, mas está em todos nós. A diferença é que ele se dá de uma forma consciente, neste caso, acho.

Como entendo da minha forma o cronista instalado no espirito de Rafael Castro, nada mais literal do que “divar-se” usando sua música para falar da tão depreciada figura artistica que em muitos casos só servem para caber em algum rótulo, seja ele de consumo, e principalmente do desejo.

Não se assuste! Nada disso pode te representar se você não vive mais na condição de CPF. Mas pode trazer boas reflexões se você aprendeu a separar a arte do produto, o número do humano, o sensorial do tátil, e o afeto da diplomacia careta.

Eu gostei, e entendi o engajamento das figuras esgotadas de tanto excesso de paixões que não se fundamentam mais no amor de se fazer e contemplar a arte para sí.

Ficha técnica e elenco:
Direção: Filipe Franco e José Menezes
Fotografia: André Dip
Direção de Arte: Thany Sanches
Assistente de Arte: Dri Michalski
Roteiro e Casting: Rafael Castro
Montagem e Finalização: Filipe Franco
Produção: Thany Sanches, Juka Tavares e Caio Gentil
Maquiagem: Paula Vidal
Animação: Bruno Mazzilli
Foto Still: Juka Tavares
Atuam: Daniel Belleza, Marina Caires, Luís Mármora, Carolina Mascarenhas, Nina Anderson, Caio Gentil, Peu Araújo, Caio Costa, Filipe Franco, Fabiano Boldo, Samuel Fraga e Rafael Castro. Cães: Zé Presidente e Maria.
Apoio: Ma7 Filmes, Consulado, Liova Cultural.
Agradecimentos: Alexandre Paschoalini, Pedro Machado Granato, Daniel Espíndola, Tomas Gurgel, Fernando Capuano, Artur Kunz, Fernanda Barretto, Daniel Bruson, Tulipa Ruiz, Fernando Tubarão.

Saiba mais:
Site do Rafael Castro (baixe discografia completa livre!)
Facebook do Rafael Castro
Twitter do @RafaelCastro

Lembra? – 2012

1. Você Sabe Como é
2. Surdo-mudo
3. Talvez
4. Haiti
5. Pra Vender Mais, Agradar Mais, Se Falar Mais
6. Os Meus Doces São Meus Doces
7. Marítima
8. Ah, é? Ah, tá.
9. Let me Enjoy Myself
10. Lembra?
11. Lixo
12. Ruim
13. A Menina Careca
14. Informação

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Adicionado: 03/10/2012
Baixado: 14776 vezes
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Graveola e o Lixo Polifônico

Graveola

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Regra número um da música contemporânea brasileira: nunca deixar de citar o Grave.
Ainda me pergunto o que nasceu primeiro, a musicoteca ou o Graveola e o Lixo Polifônico? Ainda me pego nesse cruzamento de amor e música desde que comecei a pensar neste blog. Duas histórias que se transam há mais de dez anos de pesquisa sobre a evolução da nossa música original. A relação entre o Grave e a musicoteca é algo muito profundo e genuíno, ainda no início de minhas pesquisas sobre a qualidade e originalidade de sons da atual geração descobri, redescobri e visitei esse coletivo mineiro diversas vezes. Entre shows, amizades, saraus no afofo da musicoteca e principalmente a leva de outros artistas que me chegaram através deles, era inegável a permanência e peso real de sua concepção artística. Como todo bom mineiro, o Grave se transforma, mas sempre permanece.

Tenho medo quando alguns pesquisadores, plataformas ou veículos discutem música brasileira e negligenciam uma das maiores afrontas modernas de nossa música. É IMPOSSÍVEL FALAR DE MÚSICA E NÃO FALAR DE GRAVEOLA HOJE. Ou melhor, é quase desnecessário explicar a sonoridade polifônica e o liquidificador de sons que fazem essa vitamina de surpresas saudáveis e altamente rica em nutrientes de ideias e pensamentos dentro da canção. De explicação, o grupo se tornou em substantivo de qualidade e atualidade dentro dessa história da “ultima música do Brasil”. Seria “piegas” citar o mar de elogios e críticas positivas sobre o grupo por toda parte do mundo e nos veículos mais potentes do planeta quando buscaram referências de contemporaneidade brasileira.

Hoje, atualizo o nosso post do Grave para entregar o seu ultimo e primoroso álbum “Dois e Meio”, além também da rica e completa discografia desse coletivo maluco por misturas excêntricas entre o que é referência e o que é aproveitamento de suas substâncias. De todos os ousados artistas brasileiros, deixo o meu salve para esse buquê de cabeças que sabem inserir mais experimentações do que dicas da vovô em suas receitas. O sabor do Graveola é sempre o novo, a estranheza, o oferecimento de um novo e estranho paladar que sempre nos faz ampliar as percepções dos paladares auditivos.

A musicoteca aproveita descaradamente do talento desses artistas para poder dizer em sua história que eles sempre estiveram por aqui, validando artisticamente o que nós, pessoas que amam música querem fazer: escolher a melhor amostragem de uma história que já podemos contar. Ter o Graveola em nosso acervo, ou melhor, em nossa história, é valorizar e justificar o que sempre cuidamos; da qualidade do que gostamos de ouvir e escolher.

Você não precisa conhecer tudo, mas deveria conhecer Graveola e o Lixo Polifônico.

Quem são esses loucos?

LUIZ GABRIEL LOPES | voz, guitarra, violão, auxiliar de videografismo & capuccino
JOSÉ LUIS BRAGA | voz, guitarra, violão, maratonista & gourmet
YGOR RAJÃO | trompete, teclado, escaleta, ableton live & ombudsman audiófilo
YURI VELLASCO | bateria & relações ameríndias
LUIZA BRINA | voz, percussão, escaleta, cavaquinho & boi do maracanã
BRUNO DE OLIVEIRA | contrabaixo, direção de palco & palitos de dente mentolados
LUÍSA RABELLO | identidade visual, iluminação, fotografia & aconselhamento terapêutico
KIKO KLAUS | sonorização, mix, masters & eiê
FLÁVIA MAFRA | produção executiva, fotografia, iluminação, contato & improvisação

Saiba mais:
Site do Grave (Baixe, compre, shows, coisinhas boas)
facebook do Grave
twitter do @Graveola
Youtube do Graveola

Vozes Invisíveis / Dois e Meio – 2014
Dois-e-meio
1. Ouvinte
2. Vozes Invisíveis
3. Envelhecer
4. Cafeína
5. A Mãe e a Roseira
6. Canina Intuição
7. Escadaria
8. Até Breve
9. Cleide
10. Maquinário
11. A Lenda do homem pássaro
12. Da Janela
13. Chuva Se Começo a Pensar

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Adicionado: 23/04/2014
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Eu Preciso de Um Liquidificador – 2011
Eu-Preciso-Liquidificador
1. Blues via satélite
2. Pra parar de vez
3. Desencontro
4. Farewell love song
5. Desdenha
6. Desmantelado
7. Inverno
8. Nesse Instante só
9. Lindo Toque
10. Rua A
11. Canção para um cão qualquer
12. Kg de pão
13. Babulinas’s trip
14. O cão e a ciência

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Adicionado: 23/04/2014
Baixado: 744 vezes
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Um e Meio – 2010
Um-e-Meio
1. Coquetismo
2. Dois Camelos Sem Assunto
3. Rua A
4. O Varal Esquecido no Final
5. Mastigar
6. Passatempo
7. Desagrados e Flores
8. V Simpósio Latinoamericano de Neurologia
9. Eu Aqui Por Enquanto
10. Enquanto Isso no Salvador
11. Pero no Mucho
12. Desencontro
13. Gosto na Boca
14. Mudança de Pobre

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Adicionado: 23/04/2014
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Graveola e o Lixo Polifônico – 2008
O-Lixo-Polifonico
1. Outro Modo
2. Supra Sonho
3. Samba de Outro Lugar
4. Antes do Azul (papará)
5. Amaciar Dureza
6. Ensolarado
7. Dois Lados da Canção
8. Do Alto
9. O Quarto 417 (As Aventuras de Dione Lixus)
10. Benzinho
11. Insensatez, a Mulher Que Fez
12. Chico Buarque de Holanda Vai à Copa de 2006
13. Cidade

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Adicionado: 23/04/2014
Baixado: 4171 vezes
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Coluna Lexotom: A Era da Música de Plástico

A-era-musica-plastico
Há tempos estamos inseridos à era plástica das linguagens artísticas. A cultura popular e a arte ganharam outra conotação. O que era tradicional foi transformado em artigos embalados que despertam o desejo de aquisição. Tomou forma, foi promovida a consumo e conquistou a atenção até dos mais conservadores, hoje, donos das principais máquinas culturais (ou do entretenimento) que faz girar a economia e ainda geram tendência e valor para um povo ou um estrato social. Quando se fala em “embalagem”, seja “lata” ou “plástico” para o meio cultural (pop – diferente de popular), associa-se direta ou indiretamente aos recursos tecnológicos “evolutivos”, confundindo-se às suas respectivas funções que é a de maquiar, plastificar, embalar ou enlatar de forma sedutora a linguagem cultural popular ou tradicional. É aqui que o termo pop toma forma e surge como protagonista em meio às tradições de uma sociedade, em detrimento da preservação de sua história, seus valores e sua identidade.

Não há dúvida que a música e o cinema são os maiores alvos da indústria do entretenimento. Mas como estamos aqui para falar de música, vamos despir a sua embalagem e jogá-la em nossos pratos (limpos). Admitamos todos e há de se perceber que criar outros gêneros ou estilos, atualmente, sem que se perca a identidade cultural primária, não seja algo assim tão simples. Dada a evolução da cultura por sua fusão com as linguagens artísticas. Tudo já foi alterado. Tudo sofreu transformação. Tudo é reinventado. Poucos gêneros criados mantiveram suas raízes ou respeitaram tradições de forma a se manter em suas devidas características.

Mas ao contrário, devemos nos perguntar: como se constrói uma música anti-cultural? A resposta é fácil: primeiramente com refrãos fáceis, em segundo lugar, com apelo intensivo de mídia. O rádio foi o primeiro grande responsável pela difusão dos produtos desta indústria. Até a década de 50, cantores, calouros e outros poucos metidos a artistas, ocupavam as programações das rádios mais populares do Brasil. Eram pessoas descobertas na raça. Mas a cultura popular, agarrada à tecnologia estava em curso evolutivo, sendo ainda objeto pouco mítico, de adoração comum, mas ainda não tão de idolatria. Eis que surge então, a prática do “jabaculê”, incentivado pelas próprias gravadoras de discos. O empresário, distribuidor do disco, passou a “agradar” financeiramente as rádios para que estas pudessem tocar o seu próximo “sucesso”. Prática que após pouco tempo, virou regra, e “ai” da gravadora que pagasse o criminoso “jabá”. Até então, artistas continuaram sendo artistas, dirigidos por artistas e não eram ainda meros operários vendedores de produtos sonoros.

Posteriormente, com maior força no final da década de 60, início da de 70, ficamos vendidos diante da poderosa máquina de fazer sucesso, a TV. Com a era dos festivais no Brasil, difundiu-se de forma lúdica a música popular brasileira, ainda não tão conhecida com o rótulo abreviado de MPB. Mal sabíamos ali que as tradições de diversos cantos do Brasil encontrava o rock, o ruído rebelde que já emplacara sua história, transformando tudo aquilo em elemento de idolatria, e hoje em dia, em objeto de pesquisa acadêmica. Falo, principalmente, da Tropicália. E foi no final da década de 70, início da de 80, que o país deu o primeiro passo para o grande sucesso da indústria do entretenimento. Um passo com investimento agressivo e irreversível, embalando o nosso maior xodó entre as linguagens artísticas. O advento tem dono e produto: Nelson Motta criara Dancing Days, com refrãos pegajosos, mulheres bonitas que dançavam hipnoticamente, uma casa de shows e, pasme (!), uma novela que carregou o nome do grupo. Daí em diante, diretores de marketing passaram a ocupar os cargos artísticos, oferecendo em larga escala, como numa indústria de brinquedos, o que haveria de mais plastificado na música brasileira pelos próximos anos.

Sertanejo, lambada, sambas enredo, charm e tantos outros subgêneros, deram continuidade ao mercado do entretenimento via TV e rádio. Hoje em dia, com a internet, é o que acontece com os funks (ostentação, pancadão, etc.). Foram e são como grandes parques de diversão. E ainda são, para a nossa sorte, efêmeros. Caem no esquecimento, no limbo do enjoo mútuo. Aquelas flores naturais que regamos em casa, em nosso vasinho, fazem com que tenhamos o devido cuidado para que continuem vivas, a colorir e harmonizar o nosso ambiente. Já as flores de plástico, continuarão recebendo a poeira da faxina, até que um dia, nos desfazemos daquele objeto que nada nos agregou durante o pouco tempo que esteve ali, inerte. Quantas pessoas nós conhecemos, por exemplo, que guarda discos considerados clássicos, por décadas? Pode ser sim uma relação pontual com o objeto cultural, mesmo assim, a música deste artista cultuado perdura por anos, não caindo então, na efemeridade. Basta ver e ouvir nas programações corriqueiras da TV brasileira, sejam premiações internacionais ou simplesmente apresentações descompromissadas, as apresentações musicais – às vezes em conjunto, às vezes solos – em que músicos se auto acusam, utilizando-se do recurso mais ofensivo (ao público) e desastroso (ao artista), chamado play back, criado pela TV.

O glamour exagerado do artista enlatado é outra síndrome da era da música plástica. Esta figura que agora desfruta de admiração social – e que carrega consigo o sucesso como fórmula resultante de “seu trabalho” – é altamente inflamável e exigente. Circula pelo mundo com mais direitos do que a normalidade social, e o seu público o idolatra mais que sua própria família, mais que a si mesmo. É claro, a generalização não cabe aqui. E ainda há dúvidas sobre a era das músicas, dos festivais, dos discos (ainda que virtuais), das artes e até mesmo dos sentimentos de plástico? É bom ser fã. Assim como é bom amar o por do sol, porque este não há rótulo que o denomine, não há embalagem que nos confunda. É brilhante como nossos artistas (muitas vezes tidos como heróis) precisam ser, despidos do exagero industrial e lapidados por mãos mais responsáveis.

Coletânea Suave musicoteca – O Festival

Coletanea-Suave-musicoteca

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Um Festival de Música.
Acho que pela primeira vez teremos um festival verdadeiramente integrado entre música, espaço, pessoas e tempo. Suave é um festival de música, arte, amor, natureza, cafunés e de boas energias. Essas são as melhores atrações! Viver a música do nosso tempo com o que a natureza ainda permite talvez seja a melhor forma de nos conectar com a arte através das sensações orgânicas. Um festival de pessoas que querem ir além da letra, das melodias, das pessoas… Esse será um festival de pessoas que sentem o lado bom da vida!

[Teaser Oficial do Festival Suave]

Com uma curadoria ao sol, Suave coloca nesta primeira edição, o calor das ideias de seus criadores e um pouco de sua história de origem: o passado, o presente e o agora. As conexões vão além da música, as estradas daqueles que fazem o festival hora ou outra se cruzaram no caminho de suas atrações. Um palco para comemorar o levante da nossa atual cena artística, em todos os aspectos, inclusive da qualidade de seu público.

A seleção de Suave chega com uma coletânea especial da musicoteca para um aquecimento fiel ao som do festival que acontece cheio de climas: AMOR . MÚSICA . CAFUNÉ . ARTE . NATUREZA.

Uma coletânea para desvendar um pouco das atrações, colocar a trilha da viagem, e ensaiar os climas para os dias de show.

O Festival Suave acontece em: 09, 10 e 11 de maio.
Ilha Comprida, Cananéia – SP

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:
Dia 09 – sexta
20:00h LEO FRESSATO
22:00h MACULELÊ FILHOS DE CANANÉIA
00:00h DÚ GOMIDE
02:00h Oficina – Contação de causos quânticos – Com Gabriel Guerrer

Dia 10 – sábado
10:00h Yoga – Prática na beira da praia – Com Inara Assumpção
11:00h Oficina – Pintura corporal – Com Ailime Huckembeck
11:00h Oficina – Vivência com Cartas e Mandalas Florais – Com Bianca Lanu
12:00h Oficina – Ojos de Dios(a) – Com Constance Pinheiro
12:00h Oficina – Arrolos Contactos, Subjetividade construída – Com Mariana Barros
14:00h A BANDA MAIS BONITA DA CIDADE
18:00h METÁ METÁ
21:00h TROMBONE DE FRUTAS
00:00h CURUMIN

Dia 11 – domingo
10:00h Yoga – Prática na beira da praia – Com Inara Assumpção
11:00h Oficina – Pipas voadoras – Com Giusy De Luca
11:00h Oficina – Princípios para a vivência ao ar-livre – Com Carol Didik Souza
12:00h ESTRELA LEMINSKI E TÉO RUIZ
14:00h MACULELÊ FILHOS DE CANANÉIA

Saiba mais:
Site do Festival Suave
Compra de Passaportes do Festival Suave
Facebook do Festival Suave
twitter do @Festival_Suave
Instagram do @FestivalSuave

Coletânea Suave musicoteca – 2014
Suave musicoteca - 2014
1. Selvage – Curumin
2. Estilista – Du Gomide
3. De janeiro a janeiro – Leo Fressato
4. Trago – Música de Ruiz
5. Solitária – A Banda Mais Bonita da Cidade
6. Umbrais – Tromobone de Frutas
7. Obá Iná – Metá Metá

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Adicionado: 12/04/2014
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